O país deve ser o mais afetado na América Latina pelo fenômeno, caracterizado pelo aquecimento fora do normal das águas do Oceano Pacífico.
Segundo um estudo publicado no periódico Scientific Data, cinco sextos desse derretimento não provêm do ar mais quente, mas sim das águas mais quentes que corroem as calotas polares por baixo.
No Agreste e, principalmente, no Sertão, os efeitos típicos da estação podem ser intensificados pela atuação do El Niño, que deve ganhar força ao longo dos próximos meses.
O boletim divulgado informa que algumas regiões tem possibilidade de chuva de fraca intensidade e tempo firme em outras
O estudo do clima também se estende ao sábado (5) e ao domingo (6) segundo a tendência de precipitação divulgada pela Apac.
O fenômeno organiza áreas de instabilidade e favorece chuva e trovoadas em regiões do Brasil.
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Fonte: OpenWeather