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Bolsonaro em nota de repúdio ao atentado do STF pede "pacificação nacional"

Na noite da quarta-feira, 13 de novembro, Francisco Wanderley Luiz, de 59 anos, morreu após provocar a explosão de seu carro e lançar bombas contra a sede do Supremo Tribunal Federal.

Isabella Lopes

14 de novembro de 2024 às 14:17   - Atualizado às 14:17

Ex-presidente, Jair Bolsonaro.

Ex-presidente, Jair Bolsonaro. Foto: Fábio Rodrigues/Agência Brasil

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) publicou na manhã desta quinta-feira, 14 de novembro, uma nota de repúdio ao atentado em Brasília (DF). Na noite da quarta-feira, 13 de novembro, Francisco Wanderley Luiz, de 59 anos, morreu após provocar a explosão de seu carro e lançar bombas contra a sede do Supremo Tribunal Federal (STF). O crime é investigado pela Polícia Federal em colaboração com as polícias do DF.

O texto publicado pelo perfil no X (antigo Twitter) do ex-presidente lamenta o ocorrido, tratando-o como "fato isolado" e motivado por "perturbações na saúde mental" do autor do ataque. A nota de Bolsonaro ressalta o "papel fundamental" das instituições políticas e pede por uma "pacificação nacional".

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"Já passou da hora de o Brasil voltar a cultivar um ambiente adequado para que as diferentes ideias possam se confrontar pacificamente", diz a nota publicada pelo perfil do ex-presidente. "As instituições têm um papel fundamental na construção desse diálogo e desse ambiente de união."

Ao portal Metrópoles, Jair Bolsonaro chamou o homem que morreu após explosões na Praça dos Três Poderes de "maluco" e afirmou não ter "a menor ideia" sobre quem era Francisco Luiz, sugerindo que o autor do ataque pudesse ter "deixado algo escrito ou gravado" sobre uma eventual pretensão terrorista.

A hipótese do ex-presidente é confirmada pelas publicações disponíveis nos perfis nas redes sociais de Francisco Luiz.

"Pai, Tio França não é terrorista, né? (...) Ele apenas soltou uns foguetinhos para comemorar o dia 13", diz um texto publicado pelo empresário horas antes de falecer, fazendo referência à data desta terça-feira.

O catarinense de 59 anos era empresário do setor de eventos e, nas eleições de 2020, se candidatou a vereador da cidade de Rio do Sul, no oeste catarinense, pelo PL, partido que, hoje, abriga o ex-presidente Jair Bolsonaro.

No momento da candidatura, contudo, o PL ainda não contava com Bolsonaro em seus quadros, que só se filiou à sigla de Valdemar Costa Neto em 2021.

Estadão Conteúdo

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