Fachada da AGU. Foto: Divulgação/AGU
A Advocacia-Geral da União (AGU) se prepara para reforçar seus quadros com a convocação de 207 candidatos excedentes do último concurso público. O aval interno do Governo Federal já foi concedido, e a expectativa é que a portaria seja publicada em breve no Diário Oficial da União, com a assinatura da ministra da Gestão e Inovação, Esther Dweck.
Segundo informações divulgadas pela própria AGU, a autorização contempla 4 vagas para procuradores federais, 103 para procuradores da Fazenda Nacional e 100 para advogados da União.
A medida atende a uma demanda antiga dos aprovados, que aguardavam a confirmação do chamamento para dar início ao curso de formação.
Em julho, o advogado-geral da União, Jorge Messias, adiantou que todos os aprovados seriam nomeados. Messias afirmou que a intenção era iniciar o curso de formação em agosto, mas a falta da portaria acabou adiando o calendário. O anúncio gerou expectativa entre os candidatos, que agora aguardam apenas a formalização da decisão.
O Ministério da Gestão e Inovação (MGI) já confirmou o aval para o provimento das vagas. No site oficial do Governo Federal, a tabela de autorizações e provimentos foi atualizada este mês e mostra a autorização da AGU para o preenchimento dos cargos. Apesar disso, o documento ainda não aparece com link direto, como ocorre em outros órgãos.
O advogado-geral destacou a importância da chegada dos novos profissionais para a instituição. Jorge Messias ressaltou que a AGU vem cumprindo papel essencial em áreas estratégicas, como a defesa do patrimônio público e a assessoria jurídica do governo federal.
O concurso da AGU atraiu grande interesse, em especial pela relevância das funções desempenhadas e pela carreira estável que os cargos oferecem. A expectativa de convocação vinha sendo acompanhada de perto por candidatos e entidades de classe. Agora, com a confirmação da autorização, resta apenas o ato oficial para que os aprovados sejam chamados e iniciem a próxima etapa da formação.
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A recomendação foi publicada por meio da Recomendação Administrativa Ministerial nº 01/2026, assinada pelo promotor de Justiça Rodrigo Amorim da Silva Santos.
A portaria divulgada no Diário Oficial da AMUPE não informa alterações nas responsabilidades já atribuídas ao grupo.
O certame terá validade de dois anos, contados a partir da homologação do resultado final, com possibilidade de prorrogação uma única vez por igual período.
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