A autorização para novo edital pode sair a qualquer momento, mas também existe a possibilidade de negativa formal. Em 2025, a PRF recebeu recusa por limitação orçamentária.
Concurso PRF. Foto: Reprodução/PRF.
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) protocolou no ano passado um pedido para realizar novo concurso na área administrativa. O aval depende do Ministério da Gestão e da Inovação (MGI), que ainda analisa as solicitações enviadas por órgãos federais ao longo de 2025.
Até o momento, o MGI não confirmou se autorizará o concurso em 2026. O órgão não costuma antecipar decisões desse tipo. A autorização pode sair a qualquer momento, mas também existe a possibilidade de negativa formal. Em 2025, a PRF recebeu recusa por limitação orçamentária.
O requerimento enviado pela corporação prevê 248 vagas para o cargo de agente administrativo, que integra o Plano Especial de Cargos da PRF (PECPRF). O cargo exige ensino médio completo, com certificado emitido por instituição reconhecida.
O agente administrativo executa atividades de apoio técnico e administrativo, dando suporte às áreas internas da instituição. A remuneração inicial é de R$ 6.638,87, valor que inclui vencimento básico e gratificação. O servidor também recebe auxílio-alimentação de R$ 1.175. A seleção desperta interesse porque combina exigência de nível médio e salário considerado atrativo.
A PRF aponta déficit tanto na área administrativa quanto na policial. A corporação também prevê aumento das aposentadorias nos próximos anos. Por isso, o novo concurso é visto como estratégia para manter o funcionamento adequado do órgão.
A proposta busca substituir policiais que atuam em funções administrativas por servidores efetivos do quadro administrativo. Com isso, a PRF pretende direcionar mais policiais para patrulhamento, fiscalização e segurança nas rodovias federais.
A corporação também considera recomendações do Ministério Público Federal e demandas de políticas públicas, como o Plano Amazônia, que exige reforço em determinadas regiões. A decisão final sobre a autorização cabe ao MGI.
O último concurso público para agente administrativo ocorreu em 2014, com organização da Funcab. A seleção contou com prova objetiva e investigação social. A avaliação teve 60 questões, divididas entre conhecimentos básicos e específicos, incluindo Língua Portuguesa, Raciocínio Lógico, Direito, Administração, Informática e legislação da PRF. Para seguir no concurso, o candidato precisava alcançar pelo menos 27 pontos, o equivalente a 30% da pontuação total.
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O processo seletivo dos candidatos ocorrerá por meio de análise de títulos. O edital estabelece critérios e pontuações para avaliar a formação e a experiência profissional.
Até o momento, a implantação da empresa gerou 250 postos de trabalho diretos. Outras 350 pessoas seguem em processo de seleção.
A divulgação do resultado abre o período para que os participantes contestem as pontuações atribuídas.
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