Presidente do Sindicato dos Metroviários de Pernambuco é preso durante greve por tempo indeterminado. Foto: Reprodução
Na manhã desta segunda-feira, 3 de novembro, o Sindmetro-PE informou que o presidente do grupo e também presidente da Fenametro (Federação Nacional dos Metroferroviários), Luiz Soares, foi preso pela Polícia Militar no Centro de Manutenção de Cavaleiro.
De acordo com vídeo divulgado pelo sindicato, policiais militares informaram que Luiz Soares estaria impedindo os metroviários de trabalharem.
"Essa prisão é um ato de abuso e autoritarismo, um ataque direto à liberdade sindical e ao direito constitucional de greve. Criminalizar a organização dos trabalhadores é um retrocesso inaceitável e um atentado à democracia. A greve foi decidida de forma coletiva pelos metroviários e metroviárias na noite do último dia 30 de outubro de 2025, diante do abandono do Governo Federal e da falta de condições mínimas de segurança no sistema metroviário", diz a nota do sindicato.
A paralisação aconteceu após um trem pegar fogo no dia 25 de outubro. "Esse fato gravíssimo não pode ser tratado como uma fatalidade. É o resultado direto da falta de investimentos e do descaso com o transporte público", afirma o posicionamento.
Os metroviários e metroviárias decidiram paralisar suas atividades exigindo:
"Sabemos dos transtornos que a paralisação causa, mas a vida das pessoas vem em primeiro lugar. É inaceitável que, além de trabalharem sob risco, os metroviários ainda sejam tratados como criminosos por defenderem o direito da população a um metrô público, seguro e de qualidade.O metrô foi construído com o dinheiro do povo, e é ao povo que ele pertence. Exigimos a imediata libertação de Luiz Soares e o respeito à organização sindical e ao direito de greve", finaliza.
A reportagem do Portal de Prefeitura entrou em contato com a assessoria de comunicação da Polícia Militar de Pernambuco (PMPE) e aguarda um posicionamento oficial. Assim que for enviada uma resposta, esta matéria será atualizada.
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Segundo relatos das vítimas, o problema teve início quando o elevador parou no 9º andar. Ao tentar subir para o 11º, o equipamento teria perdido força.
Pela força do impacto, as cabines dos veículos ficaram destruídas e parte da carga ficou espalhada pela rodovia. A PRF esteve no local.
Contra o suspeito havia sete mandados de prisão por homicídio. A mulher tinha um mandado em aberto. Ambos também são investigados por tráfico de drogas e extorsão.
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