Presidente russo Vladimir Putin. Foto: Kremilin/Redes Sociais/Reprodução
Uma nova orientação do governo da Rússia passou a recomendar que mulheres que não desejam ter filhos sejam encaminhadas para acompanhamento psicológico. A medida surge em meio à preocupação com a queda na taxa de natalidade no país.
A diretriz foi aprovada no fim de fevereiro e divulgada nesta semana pela imprensa local, conforme informações da AFP. O Ministério da Saúde russo orienta médicos a encaminhar mulheres para consultas com psicólogos. A proposta busca incentivar uma visão mais positiva sobre a maternidade.
A recomendação se aplica a mulheres com idades entre 18 e 49 anos. Os profissionais também devem convidar esse público para exames médicos anuais voltados à saúde reprodutiva.
No caso dos homens da mesma faixa etária, o acompanhamento previsto inclui apenas avaliação física. A diretriz não menciona encaminhamento psicológico para esse grupo.
A redução no número de nascimentos preocupa autoridades russas há anos. O governo considera o tema uma questão estratégica para o país. Dados recentes apontam que a taxa de natalidade está em cerca de 1,4 filho por mulher.
O índice fica abaixo do nível considerado necessário para manter a população estável. O cenário atual representa o nível mais baixo registrado nos últimos 200 anos.
Nos últimos anos, o país adotou diferentes medidas para incentivar a formação de famílias. As autoridades ampliaram benefícios sociais e econômicos voltados a famílias numerosas.
O governo também endureceu regras relacionadas ao aborto. Além disso, o Parlamento aprovou, em outubro de 2024, uma lei que proíbe propaganda direcionada a adultos sem filhos.
Natalidade é o número de nascimentos em uma população durante um determinado período, geralmente um ano. Exemplos:
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Segundo o relato do cunhado da mulher, o impacto da explosão foi tão grande que arremessou duas crianças e deixou a casa de três andares em pedaços.
As autoridades informaram que cada suspeito carregava aproximadamente cinco quilos da substância.
O partido também classificou a captura de Maduro como "sequestro" e o presidente Lula defendeu que Maduro seja julgado em seu país e não nos EUA
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