Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Foto: Ricardo Stuckert/PR
A revista britânica “The Economist” afirmou no domingo, 29 de junho, que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem perdido não apenas popularidade dentro do Brasil, mas também influência no cenário internacional.
Segundo a publicação, o chefe do Executivo brasileiro tem adotado uma postura “cada vez mais hostil ao Ocidente”, afastando-se das posições defendidas pelos Estados Unidos e por países europeus, ao mesmo tempo em que se aproxima de nações como China e Irã.
A reportagem cita como exemplo o posicionamento do governo brasileiro em relação ao recente ataque dos EUA a complexos nucleares iranianos durante o conflito no Oriente Médio.
Na ocasião, o ex-presidente Donald Trump classificou a ação como uma “ação defensiva”, justificando que se tratava da proteção dos interesses dos EUA e de seus aliados.
Ainda antes disso, Estados Unidos e países europeus defenderam a redução de tensões na região, ressaltando que Israel “tinha o direito de se defender e garantir sua segurança”.
O Brasil, por sua vez, reagiu de forma distinta. O Ministério das Relações Exteriores divulgou nota oficial em que condenou “com veemência” a ofensiva norte-americana, destacando que o ataque colocava em risco civis e violava normas internacionais.
“O governo brasileiro expressa grave preocupação com a escalada militar no Oriente Médio e condena com veemência, nesse contexto, ataques militares de Israel e, mais recentemente, dos Estados Unidos, contra instalações nucleares, em violação da soberania do Irã e do direito internacional”, afirmou a nota.
De acordo com “The Economist”, a tendência é de que a relação entre Brasil e Irã se aprofunde ainda mais com a realização da próxima Cúpula dos Brics, que ocorrerá no Rio de Janeiro na próxima semana.
O Irã passou a integrar o grupo em 2024, e o Brasil ocupa atualmente a presidência do bloco. Isso deve, segundo a revista, reforçar os laços entre os dois países.
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