Material apreendido pela Polícia Militar. Foto: Divulgação/PMDF.
Na quinta-feira, 2 de outubro, no Paranoá, no Distrito Federal, um homem de 56 anos é preso suspeito de falsificar e adulterar bebida alcoólicas. A prisão foi realizada pela Polícia Militar, após denúncias de que o suspeito produzia as bebidas em casa e revendia em um comércio da região. De acordo com a corporação, o homem foi encaminhado para a 6ª Delegacia de Polícia. A identidade dele não foi divulgada.
Durante a operação, os policiais encontraram uma grande quantidade de materiais utilizados na produção e adulteração de bebidas. Entre os itens estavam 150 garrafas vazias, tampas, selos de lacre e recipientes já preenchidos com líquidos que simulavam bebidas alcoólicas conhecidas.
Segundo a PM, a denúncia relatava que o homem utilizava a própria residência para fabricar os produtos, misturando substâncias de baixo custo com rótulos de marcas reconhecidas no mercado. O material recolhido foi entregue à Polícia Civil para investigação.
Ao ser abordado, o suspeito admitiu que adulterava as bebidas. Ele afirmou que misturava líquidos mais baratos e revendia as garrafas por cerca de R$ 30 cada. Apesar da confissão, a polícia não informou em qual comércio as garrafas eram revendidas. A investigação deve prosseguir para identificar os pontos de venda e verificar se outras pessoas estão envolvidas no esquema.
O homem preso já possui diversas passagens pela polícia. Entre os crimes registrados em seu histórico estão homicídio, furto e uso de documento falso. A reincidência chamou a atenção das autoridades, que destacaram a gravidade da nova acusação, já que envolve risco direto à saúde pública.
O caso ocorreu em paralelo a uma operação de fiscalização promovida por autoridades sanitárias em bares e distribuidoras de Vicente Pires, também no Distrito Federal. A ação foi motivada por um caso suspeito de intoxicação por metanol.
Na madrugada desta sexta-feira (3), quatro estabelecimentos foram vistoriados, mas não foram encontradas irregularidades nas bebidas comercializadas. Ainda assim, a operação deve continuar, com previsão de fiscalização em mais de 50 estabelecimentos da região.
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