IDEB Recife 2025 Foto: Reprodução/IA
Os resultados do Ideb 2025 trouxeram um novo retrato da educação básica brasileira e mostraram que Recife segue distante das primeiras posições entre as capitais do país. Nos anos iniciais do ensino fundamental, a capital pernambucana apareceu na 17ª colocação nacional, com nota 5,8. Já nos anos finais, Recife ficou em 12º lugar, com nota 4,9.
O levantamento do Ministério da Educação (MEC) avalia a qualidade do ensino nas redes municipais e considera o desempenho dos estudantes em Língua Portuguesa e Matemática, além das taxas de aprovação escolar.
Nos anos iniciais, Recife ficou atrás de capitais como Teresina, Curitiba, Rio Branco, Florianópolis e Goiânia. Já nos anos finais, a capital pernambucana continuou fora do grupo das dez melhores cidades do país.
Além da posição nacional, Recife ficou atrás de capitais nordestinas como Teresina, Fortaleza, São Luís e Aracaju.
Nos anos finais do ensino fundamental, Recife melhorou cinco posições em relação aos anos iniciais, mas permaneceu fora do grupo das dez primeiras colocadas.
Confira a classificação completa:
Nos anos finais, Recife ficou atrás apenas de duas capitais nordestinas: Teresina, que liderou o ranking nacional, e Fortaleza, que terminou na oitava colocação.
A diferença entre Recife e a capital mais bem colocada chegou a 1,1 ponto nos anos iniciais e a um ponto nos anos finais. O resultado evidencia os desafios da rede municipal para alcançar os índices registrados pelas cidades que ocupam as primeiras posições do ranking nacional.
O Ideb é calculado a partir do desempenho dos estudantes no Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) e dos índices de aprovação escolar, sendo considerado o principal indicador da qualidade da educação pública no Brasil.
Apesar de ocupar posições fora do top 10, a cidade do Recife alcançou, no Ideb 2025, o melhor resultado de sua história nos anos iniciais do ensino fundamental. A rede municipal obteve nota 5,8, superando os 5,5 registrados em 2023 e consolidando uma trajetória de crescimento iniciada em 2005, quando o índice era de 3,2.
Nos anos finais, a capital pernambucana também avançou, passando de 4,8 para 4,9. Com os resultados, Recife ampliou sua posição de destaque entre as capitais nordestinas, ocupando a quarta colocação regional nos anos iniciais e a terceira posição nos anos finais.
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