Iguarias recheadas com maconha. Foto: PMPE/Divulgação
Um homem de 22 anos foi preso pela Polícia Militar de Pernambuco (PMPE) no bairro de Divinópolis, em Caruaru, no Agreste. Segundo uma denúncia, o suspeito divulgava e comercializava brownies e cookies recheados com maconha.
Segundo a corporação, os militares do 1º Batalhão Integrado Especializado de Policiamento (Biesp) atenderam a ocorrência de uma movimentação intensa e suspeita em um prédio de Divinópolis. Ao chegar na localidade, os agentes flagraram o suspeito descendo com uma bolsa contendo as iguarias preparadas com o entorpecente.
Dentro do imóvel, a PMPE encontrou duas estufas com pés de cannabis sativa, uma balança de precisão e insumos para o cultivo da planta. Os produtos eram divulgados por uma página na rede social Instagram. O material foi apreendido e o caso segue em investigação.
Uma operação conjunta em Anápolis, no interior de Goiás, resultou na apreensão de bebidas falsificadas e contaminadas por metanol, além da descoberta de uma cachaça misturada com maconha. A ação ocorreu no dia 9 de outubro e mobilizou equipes do Procon, da Polícia Civil, da Polícia Militar (PM) e da Polícia Técnico-Científica (PTC).
Durante as fiscalizações, os agentes encontraram um estabelecimento que funcionava sem alvará de funcionamento e comercializava bebidas artesanais em garrafas pet, vendidas por apenas R$ 4. Entre os produtos, chamou atenção a presença de uma cachaça com folhas de maconha em infusão, preparada de forma artesanal e comercializada irregularmente.
Os responsáveis pelo local foram conduzidos à Central de Flagrantes, onde prestaram depoimento. As autoridades abriram investigação para apurar as circunstâncias e a possível origem das bebidas adulteradas.
Além do local onde foi encontrada a cachaça com maconha, outras três lojas foram inspecionadas pelas equipes. Dessas, duas receberam prazos para regularizar os alvarás de funcionamento vencidos, enquanto uma terceira teve produtos apreendidos para análise laboratorial por suspeita de adulteração.
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Docente que cometeu o crime pode responder por furto qualificado, fraude processual e transporte irregular de organismo geneticamente modificado.
Apurações iniciais da polícia apontam que o homem possuía uma denúncia desde 2021 por violência doméstica e histórico de alcoolismo.
Segundo o Tribunal, o concurso público ocorreu dentro da legalidade, sem apresentar vícios no edital.
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