Marcos Do Val, visivelmente exaltado, menciona o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, e afirma que a população brasileira teria sofrido um suposto golpe.
Senador Marcos do Val. Foto: Pedro França/Agência Senado
O senador Marcos do Val (Podemos-ES) foi protagonista de uma nova polêmica após a divulgação de um vídeo em que solicita, de forma enfática, que os Estados Unidos invadam o Brasil. No registro, cuja data de gravação não foi confirmada, o parlamentar apela “pelo amor de Deus” para que a intervenção ocorra, alegando a necessidade de “recuperar” a democracia no país.
Ao longo do vídeo, Do Val, visivelmente exaltado e utilizando palavrões, menciona o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, e afirma que a população brasileira teria sofrido um suposto golpe.
“O que nós vamos fazer? Sozinho eu não consigo fazer. Agora Alexandre tá indo por água abaixo, mas sempre vai ter outro que vai assumir”, disse o senador.
Apesar de não haver informações precisas sobre como a gravação foi parar nas redes sociais, as imagens começaram a circular nesta terça-feira, 25 de fevereiro. Vale destacar que o parlamentar está com suas contas em plataformas digitais suspensas, por determinação do STF.
Veja o vídeo:
O Comitê Judiciário da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos (câmara dos deputados) aprovou, nesta terça-feira, 25 de fevereiro, o projeto de lei H.R. 1071, intitulado No Censorship On Our Shores Act “sem censores em nossas margens”.
A proposta, de autoria do deputado republicano Darrell Issa, prevê a proibição de entrada, o cancelamento de vistos e a deportação de autoridades estrangeiras acusadas de violar a liberdade de expressão de cidadãos americanos.
Com a aprovação na comissão, o texto avança para as discussões sobre a data da votação em plenário. Caso seja aprovado, a medida poderá afetar diretamente o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, além de juízes auxiliares, procuradores e policiais federais brasileiros envolvidos em ações que, segundo o projeto, tenham restringido a liberdade de expressão de cidadãos dos Estados Unidos.
O No Censorship On Our Shores Act tem sido defendido por parlamentares americanos que expressam preocupações sobre decisões judiciais no Brasil envolvendo plataformas digitais e manifestações públicas. Moraes, que conduz investigações de atos antidemocráticos e propagação de desinformação, tornou-se um dos principais alvos de críticas internacionais de grupos ligados à direita.
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