Braga Netto. Foto: Isac Nobrega / Palácio do Planalto
Na manhã deste sábado, 14 de dezembro, a Polícia Federal prendeu o general da reserva Walter Souza Braga Netto, ex-ministro da Defesa e candidato a vice na chapa de Jair Bolsonaro (PL). Ele foi detido em Copacabana, no Rio de Janeiro, em uma operação que contou com o apoio do Exército. Braga Netto será entregue ao Comando Militar do Leste, onde ficará sob custódia das Forças Armadas. O mandado de prisão preventiva por obstrução da Justiça foi expedido pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
O que também chamou atenção sobre a operação foi o dia escolhido para sua realização. Segundo informações apuradas pelo site Metrópoles, a decisão do ministro do STF, Alexandre de Moraes, autorizando a prisão e as buscas, foi emitida na quarta-feira, 11 de dezembro. No entanto, como Braga Netto estava viajando naquele dia, a Polícia Federal optou por cumprir os mandados apenas no sábado.
“A decisão saiu na quarta, mas um dos alvos (Braga Netto) estava viajando e, para evitar exposições desnecessárias, a PF optou pelo cumprimento logo após o retorno do alvo para a sua residência”, explicou a coluna uma fonte da corporação. Com informações do Metrópoles.
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Não foram apresentados detalhes oficiais sobre os motivos que levaram ao cancelamento do visto da diplomata. Também não houve manifestação pública do governo americano explicando os fundamentos da decisão
Além dos sintomas da intoxicação alimentar, o ex-presidente do STF também apresentou comprometimento da função renal, o que levou à decisão pela internação para acompanhamento mais rigoroso
A faça aconteceu enquanto o influenciador reagia a um episódio do programa Pesadelo na Cozinha ao vivo.
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