Greve dos caminhoneiros em 2018. Foto: Divulgação
Diante do aumento do ICMS sobre combustíveis, previsto para entrar em vigor neste sábado, 1º de fevereiro, a categoria dos caminhoneiros organizou uma reunião emergencial.
A principal preocupação é o impacto direto desses aumentos nos custos operacionais, no preço do frete e, consequentemente, na inflação.
Embora a Petrobras ainda não tenha confirmado um novo reajuste, a incerteza sobre o valor do combustível tem gerado grande preocupação entre os motoristas e transportadoras.
Além disso, o anúncio da elevação do ICMS, já aprovado pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) no ano passado, intensificou o receio de que o setor enfrente uma nova crise econômica.
O governo acompanha a movimentação dos caminhoneiros com atenção, já que o histórico da greve de 2018 ainda causa preocupação no meio político e empresarial.
Naquele ano, a paralisação provocou um colapso no abastecimento, impactou a inflação e resultou em prejuízos bilionários para diversos setores.
Agora, diante do novo cenário, a categoria avalia a necessidade de uma mobilização nacional, caso não sejam adotadas medidas para conter os efeitos do aumento tributário e do possível reajuste do diesel.
Representantes dos caminhoneiros alertam que os sucessivos aumentos nos combustíveis tornam a atividade inviável, reduzindo os ganhos e elevando os custos do transporte de mercadorias.
Com o risco de uma nova paralisação, o governo já se mobiliza para evitar uma crise. O setor de transporte rodoviário de cargas tem um papel estratégico na economia e qualquer interrupção pode gerar efeitos imediatos. Além disso, especialistas alertam que um aumento no preço dos combustíveis pode acelerar a inflação, encarecendo produtos essenciais para a população.
A preocupação com um possível efeito cascata já levou integrantes do governo a monitorar a situação de perto. Por isso, a expectativa é que reuniões sejam realizadas nos próximos dias para discutir alternativas que minimizem os impactos no setor de transportes.
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Petista passa por um momento de pico de sua rejeição nos últimos meses. Em março de 2026, por exemplo, 56% diziam que não votariam nele de forma alguma.
Entre os entrevistados, 5% disseram estar indecisos, enquanto 11% afirmaram que votariam em branco, nulo ou não pretendem votar.
Do total, 1.440 vagas são para o Centro de Instrução Almirante Milcíades Portela Alves (Ciampa) e 240 para o Centro de Instrução e Adestramento de Brasília (Ciab).
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