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Michelle chama denúncia da PGR contra Bolsonaro de "pau de arara do século 21"

O ex-presidente é acusado de tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, tentativa de golpe de Estado e organização criminosa armada.

Ricardo Lélis

01 de março de 2025 às 20:17   - Atualizado às 20:17

Michelle ao lado do ex-presidente após ex-presidente Jair Bolsonaro

Michelle ao lado do ex-presidente após ex-presidente Jair Bolsonaro Foto: Reprodução / Redes Sociais

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) classificou a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra Jair Bolsonaro (PL) e outras 33 pessoas como um caso de "tortura psicológica" e afirmou que o ex-presidente é inocente.  

“Estão tentando justificar tudo com base em uma delação que, aparentemente, foi obtida por meio de ameaças e práticas que mais se assemelham a uma tortura psicológica, um pau de arara do século XXI”, declarou Michelle em entrevista ao Antagonista.  

A denúncia apresentada pela PGR aponta a suposta participação de Bolsonaro na elaboração de um plano para um golpe de Estado após a eleição de 2022.

Para Michelle, porém, o avanço das investigações tem o objetivo de "disfarçar" os índices de desaprovação do atual governo.  

“Essas coisas parecem surgir para tentar disfarçar as trapalhadas do governo”, disse a ex-primeira-dama. 

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Ela também criticou o sistema judiciário brasileiro, alegando que ele está "fragilizado" e que nunca antes os direitos fundamentais foram "tão violados".  

“As ilegalidades cometidas estão sendo escancaradas ao mundo e podem trazer consequências. Meu marido é inocente. Não há e nem haverá nenhuma prova contra ele, porque elas não existem”, concluiu.

Denúncia

Bolsonaro foi denunciado, no dia 18 de fevereiro, na Petição (PET) 12100, com mais 33 pessoas.

As denúncias são por crimes como tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, tentativa de golpe de Estado e organização criminosa armada.

Entre outros pontos, a defesa alegou que não teve acesso integral às provas produzidas durante a investigação.

Pediu a extensão do prazo de 15 para 83 dias, tempo que a PGR teve para analisar o relatório da Polícia Federal, ou a sua duplicação.

Requereu ainda o direito de se manifestar apenas após a apresentação da defesa prévia do colaborador, o tenente-coronel e ex-ajudante de ordens da Presidência da República Mauro Cid.

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