Lula e Janja em viagem Foto: Reprodução
As despesas do governo federal com viagens oficiais já ultrapassaram a marca de R$ 1 bilhão em 2026, antes mesmo do encerramento do sétimo mês do ano.
Dados disponíveis no Portal da Transparência apontam que, entre 1º de janeiro e 23 de julho, foram desembolsados R$ 1.037.740.148,15 para custear deslocamentos de ocupantes de cargos de confiança da administração pública.
O volume de recursos destinados às viagens supera a marca registrada no mesmo período do ano passado, fazendo com que o governo alcançasse o patamar de R$ 1 bilhão cerca de um mês antes do que ocorreu em 2025.
Do total desembolsado neste ano, aproximadamente R$ 453,4 milhões foram empregados na compra de passagens aéreas para servidores e autoridades em missão oficial.
A maior parcela das despesas corresponde ao pagamento de diárias, que somam cerca de R$ 581,3 milhões e cobrem custos como hospedagem, alimentação e outras despesas relacionadas às viagens realizadas a serviço.
Além desses valores, o Portal da Transparência registra outros R$ 6,3 milhões classificados como "outros gastos". Nessa categoria estão incluídas despesas acessórias, como pagamento de taxas, seguros de viagem e demais encargos administrativos vinculados aos deslocamentos oficiais.
Os dados também mostram que, até 23 de julho, a administração federal havia contabilizado pouco mais de 361 mil viagens em 2026. Considerando o montante total gasto e o número de deslocamentos registrados, a média de custo por viagem é de aproximadamente R$ 2.874.
Segundo a publicação, o levantamento não contempla as despesas referentes às viagens do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e da primeira-dama Janja da Silva, cujos custos são contabilizados em rubricas específicas.
Os números apresentados têm como base exclusivamente os registros disponibilizados no Portal da Transparência para os deslocamentos de ocupantes de cargos de confiança do governo federal.
As informações foram divulgadas com base nos registros oficiais.
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Os números foram apresentados em levantamento do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, que criticou a redução da estrutura física e do quadro de trabalhadores.
Em postagem nas redes sociais, a presidente da entidade, Samira de Castro, reforçou a percepção de que o atual ambiente digital requer um padrão ainda maior de qualidade técnica e de responsabilidade ética no trato da informação
A orientação, porém, é evitar que a mobilização partidária seja levada para dentro das igrejas, especialmente durante cultos ou em espaços ligados diretamente à estrutura dos templos
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