Pernambuco, 25 de Setembro de 2026

Inicio elemento rádio
Icone Rádio Portal

Ouça a Rádio Portal

Final elemento rádio

Anvisa autoriza estudo clínico da Fiocruz com primeira vacina brasileira de mRNA para Covid

Serão incluídos 90 participantes adultos saudáveis entre 18 e 59 anos, recrutados nos centros Unidade de Ensaios.

Ricardo Lélis

02 de setembro de 2026 às 18:44   - Atualizado às 18:44

Anvisa aprova atualização das vacinas contra a COVID-19.

Anvisa aprova atualização das vacinas contra a COVID-19. Foto: Reprodução

No dia 20 de agosto, a Anvisa autorizou o estudo clínico da Fundação Oswaldo Cruz de vacina para Covid com uso de mRNA.

O estudo de Fase 1 tem o objetivo de avaliar a segurança e a imunogenicidade do reforço vacinal com a vacina COVID19 (mRNA) de Biomanguinhos/Fiocruz em participantes adultos sadios.

Para o estudo, serão incluídos 90 participantes adultos saudáveis entre 18 e 59 anos. As pessoas serão recrutadas nos centros Unidade de Ensaios

Clínicos para Imunobiológicos e Policlínica Lincoln de Freitas Filho, localizados no Rio de Janeiro (RJ). Estima-se que o período de inclusão desse grupo no estudo seja de seis meses. Após a inclusão, cada participante será acompanhado por mais seis meses.

A proposta de vacina que será avaliada no estudo é baseada no mRNA codificante da proteína Spike (proteína S), variante XBB da Covid.

Veja Também

Para o desenho do estudo, foi considerado o cenário epidemiológico e de vacinação da população brasileira. Por esse motivo, o ensaio clínico terá formato aberto, multicêntrico, não randomizado e não controlado, para avaliar a segurança, reatogenicidade e imunogenicidade nas doses de 25 μg, 50 μg e 100 μg.

Pesquisadores e pacientes poderão saber qual vacina estarão recebendo. A tecnologia mRNA tem se mostrado promissora para o desenvolvimento de vacinas e pode representar um incremento importante na capacidade tecnológica da área de saúde no Brasil.

O protocolo do estudo pode ser acessado na base de registro de ensaios clínicos Clinicaltrials.gov, sob número NCT07640308.

O que são ensaios clínicos?

Estudos de um novo medicamento realizados em seres humanos. A fase clínica serve para demonstrar a segurança e eficácia e do medicamento experimental para a indicação proposta.

Havendo a comprovação de que os benefícios superam os riscos, o medicamento experimental poderá ser registrado pela Anvisa e disponibilizado no mercado brasileiro, desde que haja a solicitação por parte da empresa desenvolvedora/patrocinadora do desenvolvimento clínico.

Para a realização de qualquer pesquisa clínica envolvendo seres humanos, é obrigatória a aprovação pelos Comitês de Ética em Pesquisa (CEPs).

A anuência de pesquisa clínica pela Anvisa se aplica somente às pesquisas clínicas que tenham a finalidade de registro ou pós-registro de medicamentos, por solicitações de empresas patrocinadoras ou de seus representantes.

Após as aprovações éticas e regulatórias, o prazo para início da pesquisa clínica é definido pelo patrocinador do estudo.

Agência Gov

Mais Conteúdos

Mais Conteúdos

Mais Lidas

Icone Localização

Recife

22:04, 25 Set

Imagem Clima

26

°c

Fonte: OpenWeather

Notícias Relacionadas

Pastor Silas Malafaia.
Declaração

Malafaia rebate Lula após críticas à Igreja Batista da Lagoinha: "Vai lavar a sua boca!"

"Tocou na igreja, me chamou para a briga. Quando Lula debocha e ataca uma igreja evangélica, ele ataca todas, e eu vou provar para vocês", disse o pastor.

Policial militar aposentado de 103 anos é condenado por matar homem durante discussão de casal em Salvador.
Setença

Policial militar aposentado de 103 anos é condenado por matar homem durante discussão de casal em Salvador

Emiliano Melo dos Santos, que tinha 98 anos na época do crime, foi condenado a 4 anos, 10 meses e 19 dias de prisão, em regime semiaberto.

Pessoa mexendo em aplicativo de apostas no celular.
Apostas

Governo Lula anuncia medida provisória para proibir bets no Brasil e dá prazo para saque de saldo

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, disse ainda que o governo proibiu o chamado mercado coercitivo, classificado por ele como aposta 2.0, e excluiu da possibilidade de apostar pessoas superendividadas.

mais notícias

+

Newsletter