Polícia prende envolvidos em tráfico de drogas em Caruaru Foto: Divulgação
Seis pessoas foram alvo de mandados de prisão preventiva durante uma operação da Polícia Civil de Pernambuco contra uma organização criminosa suspeita de envolvimento com o tráfico de drogas no Agreste.
Deflagrada nesta quinta-feira (15), a Operação INTUS também cumpriu 10 mandados de busca e apreensão em imóveis de Caruaru.
As investigações tiveram início em janeiro deste ano, após a Polícia Militar encaminhar à delegacia um homem flagrado com 135 quilos de maconha. O suspeito foi autuado em flagrante, e o caso passou a ser apurado pela 1ª Delegacia de Polícia de Caruaru.
A partir da ocorrência, os investigadores deram início a diligências para identificar possíveis envolvidos na atividade criminosa.
Durante a investigação, a Polícia Civil solicitou autorização judicial para acessar os dados do celular apreendido com o homem flagrado com a droga.
De acordo com a corporação, a análise das informações armazenadas no aparelho possibilitou identificar outros possíveis integrantes do grupo e reunir elementos sobre a atuação da organização criminosa.
Com o avanço das apurações, a polícia solicitou à Justiça a prisão preventiva dos investigados, além de mandados de busca e apreensão e medidas para o bloqueio de bens dos suspeitos.
Os pedidos receberam parecer favorável do Ministério Público e foram autorizados pela 4ª Vara Criminal da Comarca de Caruaru.
A Operação INTUS foi coordenada pelo delegado Rodrigo Passos, titular da 1ª Delegacia de Polícia de Caruaru.
Os materiais recolhidos durante o cumprimento dos mandados passarão por análise e perícia técnica. Os itens também serão encaminhados ao Núcleo de Inteligência do Agreste para auxiliar no aprofundamento das investigações.
O objetivo é reunir novas informações sobre a atuação do grupo e concluir o inquérito policial dentro do prazo legal.
4
17:38, 15 Out
28
°c
Fonte: OpenWeather
Segundo o Ministério Público do Pará (MPPA), que colaborou com as apurações, Maria Virgínia Grimwood Pinto é suspeita de fornecer informações sigilosas à facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC).
Artista procurou atendimento médico e denunciou o caso à polícia; homem apontado como responsável alega legítima defesa.
Segundo as apurações, a fraude envolveria diferentes etapas da cadeia de comercialização de bebidas, incluindo indústrias, distribuidoras sediadas em outros estados.
mais notícias
+