A decisão está sob a responsabilidade dos 17 vereadores da Casa Bernardo Vieira de Melo. O responsável pela denúncia é o ex-candidato a prefeito Antônio Campos.
Câmara Municipal de Olinda e a prefeita Mirella Almeida. Foto: Montagem/Reprodução
Após duas horas de reunião, os vereadores da Câmara Municipal de Olinda iniciaram, nesta quinta-feira, 26 de junho, a votação pela admissibilidade ou não do pedido de impeachment contra a prefeita Mirella Almeida (PSD) e o seu vice-prefeito, Chiquinho (PSD).
A decisão está sob a responsabilidade dos 17 vereadores da Casa Bernardo Vieira de Melo. Em suma, pode acontecer duas situações: aceitar a denúncia e realizar um processo com Comissão Especial de Investigação ou a abertura direta do impeachment. E a outra situação é o arquivamento da denúncia, caso não seja aceita.
O responsável pela denúncia é o ex-candidato a prefeito Antônio Campos, que espera a abertura do impeachment. Informações de bastidores apontam que não seria aberto inicialmente o processo de impeachment, em Olinda, mas que a Câmara faria uma Comissão Especial de investigação do pedido feito pelo advogado Antônio Campos.
“Se isso ocorrer, embora seja uma vitória parcial, irei ajuizar na Justiça pedido para que a mesma determine a abertura do impeachment, uma vez que presentes os requisitos legais e a abertura da Comissão de investigação é uma manobra da atual gestão para fugir/retardar o impeachment", disse Antônio.
"Tenho mais dois pedidos preparados sobre o Carnaval e sobre emendas impositivas, cujas contas do carnaval não foram prestadas e as emendas impositivas, inclusive do Hospital Tricentenário não estão sendo respeitadas. Abertura de impeachment já”, complementa o advogado.
De acordo com o denunciante, o motivo do pedido se sustenta no descumprimento reiterado de pedido de informações e a falta de transparência no processo de transição de governo, sem a publicação dos números da gestão anterior.
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