O governador de SP não confirma publicamente que concorrerá ao Planalto em 2026, mas a movimentação de partidos do Centrão a sua volta cresceu após a prisão domiciliar de Bolsonaro.
Tarcísio de Freitas e Bolsonaro. Foto: Reprodução/YouTube
Valdemar Costa Neto, presidente do Partido Liberal afirmou que o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), deve se filiar ao PL caso concorra à Presidência da República no próximo ano.
"O Tarcísio já declarou na semana passada, em jantar com governadores, que se for candidato a presidente no ano que vem, que ele assina com o PL. Ele já havia falado isso para mim. Mas hoje ele é candidato a governador e está em outro partido", disse Valdemar nesta segunda-feira, 25, em entrevista.
As declarações foram dadas durante o evento Esfera Brasil 2025, realizado na zona sul da capital paulista. O jantar a que ele se refere ocorreu na última terça-feira, 19, organizado pelo presidente do União Brasil, Antonio Rueda.
O evento não teve representantes da família Bolsonaro entre os presentes e foi visto como uma espécie de pacto de figuras proeminentes de partidos de centro-direita em torno de eventual candidatura do governador paulista.
Tarcísio não confirma publicamente que concorrerá ao Planalto em 2026, mas a movimentação de partidos do Centrão a sua volta cresceu após a decisão judicial que impôs prisão domiciliar ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Segundo Valdemar, a definição sobre a candidatura de Tarcísio deverá ocorrer até o fim deste ano.
Em evento em Barretos (SP) neste fim de semana, o governador afirmou que Bolsonaro lhe "abriu portas" e hoje enfrenta "uma grande injustiça".
"Mas se a humilhação traz tristeza, o tempo vai trazer justiça e eu tenho certeza que a justiça chegará", afirmou.
Jair Bolsonaro é réu em processo no Supremo Tribunal Federal (STF) por tentativa de golpe de Estado. O julgamento está previsto para o dia 2 de setembro.
Mais cedo, em debate no mesmo evento, Valdemar Costa Neto afirmou que a única alternativa que enxerga para evitar a condenação do ex-presidente seria uma ação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
Estadão Conteúdo
1
2
08:18, 01 Abr
25
°c
Fonte: OpenWeather
Para o presidente estadual da sigla, Tecio Teles, a chegada reflete um movimento mais amplo dentro do estado.
"Com a promulgação desta lei, reafirmamos, o compromisso do nosso governo com a valorização dos profissionais da educação", disse Raquel Lyra.
Ao justificar a recusa, o órgão afirmou que a reunião dos dados poderia "sobrecarregar o órgão destinatário, desestabilizar suas operações e desorganizar suas funções".
mais notícias
+