Tarcísio de Freitas. Foto: Sérgio Barzaghi/Governo do Estado de SP
O governador do Estado de São Paulo, Tarcísio de Freitas, afirmou na manhã desta segunda-feira, 25 de agosto, que a Presidência da República precisa diminuir o número de ministérios. E como exemplo, o governador citou o governo argentino de Javier Milei, que promoveu cortes de despesas públicas no país vizinho.
Tarcísio, que participou na manhã desta segunda-feira do Seminário Brasil Hoje, promovido na capital paulista pelo Grupo Esfera Brasil, voltou a falar que é preciso enfrentar a questão fiscal:
"Temos de encarar a agenda fiscal e há excelentes nomes para o Ministério da Fazenda. Temos que reduzir a rigidez orçamentária. Devemos discutir desindexação da economia e benefícios tributários."
Para Tarcísio, a redução da máquina pública é importante e é o Congresso quem poder dar essa resposta, acrescentando que é importante defender as reformas trabalhistas, tributária e da Previdência.
"Queremos ser sempre o País do futuro? É preciso que haja uma liderança forte. É importante recuperar a harmonia entre os poderes e um Congresso protagonista", disse o governador.
Segundo ele, é preciso ver o que a China e a Coreia do Sul fizeram nos últimos anos e de onde estes dois países saíram e onde chegaram, em termos de crescimento.
Ainda, de acordo com o governador, o Brasil está inserido em um conflito entre passado e futuro e é preciso escolher se o País quer continuar nesse conflito.
Tarcísio disse ainda que é preciso trazer para o debate os conceitos da tecnologia e do conhecimento, que vão impulsionar o capitalismo. De acordo com o governador, o mundo vive um cenário em que a geopolítica está substituindo a economia.
Sobre o modelo de presidente que o Brasil precisa para atingir as metas que ele, Tarcísio, acredita que devem gerar crescimento no Brasil, o governador citou Juscelino Kubitschek como exemplo.
Estadão Conteúdo
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"A democracia se fortalece quando a cidadã e o cidadão têm assegurado o direito de participar da vida pública em um ambiente de liberdade, respeito e segurança", afirmou Nunes Marques.
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