João Campos, Fernando Dueire e Raquel Lyra. Foto: Divulgação
Em entrevista concedida nesta sexta-feira, 20 de dezembro, à Rádio Folha, o senador Fernando Dueire (MDB) comentou os possíveis cenários políticos para 2026 em Pernambuco, destacando as opções que o MDB deverá avaliar no contexto estadual.
O partido integra atualmente a base de apoio do prefeito do Recife, João Campos (PSB), mas Dueire sinalizou que a decisão final sobre o posicionamento da legenda será tomada apenas no momento oportuno.
O senador destacou o trabalho realizado pela governadora Raquel Lyra (PSDB), ressaltando o que considera avanços importantes de sua gestão. Segundo o parlamentar, Raquel conseguiu organizar as contas públicas do estado, tem se mostrado presente nas obras em andamento e dispõe de recursos para investir nos próximos dois anos.
"Não posso deixar de ter esperança. Acredito no espírito público dela, nos seus propósitos sérios e no desejo de que as coisas aconteçam", declarou.
Apesar dos elogios, Dueire ponderou que uma eventual falha na condução do governo poderia trazer uma decepção tanto para os pernambucanos quanto para a própria governadora. “Se ela se embaralhar lá na frente, será uma decepção”, afirmou. Mesmo assim, reforçou a necessidade de conceder um “crédito” à gestão de Raquel, dado o que já foi realizado até agora.
Sobre João Campos, o senador destacou que o prefeito do Recife, embora não tenha manifestado publicamente sua intenção de disputar o governo do estado em 2026, demonstra sinais de que há um projeto político em construção para essa possibilidade.
“Ele não fala, mas há um comportamento de que há um projeto para 2026”, disse. Dueire elogiou a formação e as qualidades do gestor, afirmando que João possui a política no sangue e apresenta um histórico de entregas que o credenciam a pleitear o cargo de governador no futuro.
"Temos que trabalhar pelos dois campos para, quando chegar em 2026, fazer a escolha", concluiu.
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A decisão estabelece que o percentual mínimo deverá ser cumprido individualmente em cada unidade abrangida pela paralisação.
A medida foi tomada após determinação do presidente do STF, ministro Edson Fachin, e pedido pela Procuradoria-Geral da República (PGR).
Os porcentuais estão tecnicamente empatados, considerando a margem de erro de dois pontos porcentuais para mais ou para menos
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