Senador do PT, Fabiano Contarato. Foto: Reprodução
O senador Fabiano Contarato (PT) foi o primeiro integrante do partido a assinar o requerimento para criação da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que visa investigar as fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
Por meio das suas redes sociais, Contarato disse que assinou para que possa haver "uma investigação contundente" sobre as fraudes. Segundo ele, é preciso chegar às "entranhas do esquema que teve início durante o governo Bolsonaro".
"Fraudar aposentados e pensionistas é um crime inaceitável, de uma crueldade imensa contra aqueles que trabalharam para construir este país. Por isso, faço coro por uma investigação contundente, que traga punição exemplar para todos os responsáveis, doa a quem doer", afirmou.
"Precisamos chegar às entranhas desse esquema, que teve início em 2019, durante o governo Bolsonaro, e foi desarticulado graças à atuação dos órgãos de controle no governo Lula. Não pouparemos esforços em busca da verdade", complementou.
O requerimento para a criação da CPMI foi protocolado pela oposição ao presidente Lula no Congresso Nacional na última segunda-feira, 12 de maio. No momento do registro, a proposta tinha a adesão de 233 deputados e 36 senadores, sendo maioria do Centrão e do PL.
Naquele momento, não havia nenhuma assinatura de parlamentares petistas, tendo o senador Contarato apoiado a CPMI do INSS depois que o requerimento tinha sido protocolado.
O partido do vice-presidente Geraldo Alckmin, PSB, também teve alguns de seus integrantes assinando a iniciativa da oposição. São eles os deputados Duarte Jr (MA), Luciano Ducci (PR) e Heitor Schuch (RS) e a deputada Tabata Amaral (SP). No Senado, os socialistas Flávio Arns (PR) e Chico Rodrigues (RR) também são signatários.
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