Renan Santos, candidato a Presidência da República. Foto: Reprodução.
O partido Missão oficializou, no sábado, 1º de agosto, a candidatura de Renan Santos à Presidência da República e durante a convenção, o candidato apresentou propostas para as áreas de segurança pública e urbanização, incluindo uma política que chamou de "desfavelização".
Ao explicar a proposta, o candidato a presidência negou que ela envolva a remoção de moradores das comunidades.
"Eu vejo gente falando que o Renan vai pegar uma retroescavadeira e tirar as casas dali. Mentira!", afirmou Renan Santos.
Segundo o candidato, a política consiste em transformar favelas em bairros com infraestrutura, por meio da ampliação do acesso ao saneamento básico, abastecimento de água e outros serviços públicos.
"A nossa política de desfavelização é literalmente tornar o que a gente chama de favela em bairro, levar esgoto e fornecimento de água", declarou o canditato.
Renan também defendeu que a melhoria das condições urbanas pode contribuir para reduzir problemas sociais e de saúde pública. Entre os exemplos citados, ele mencionou o alto número de casos de tuberculose, os índices de gravidez na adolescência e a subnotificação de casos de violência contra a mulher em comunidades.
"Quero acabar com a taxa altíssima de tuberculose que temos nas favelas, porque os becos fazem com que a umidade seja muito maior do que em um bairro comum. Também quero fazer com que a gravidez na adolescência despenque, já que existe uma pesquisa realizada na Favela da Maré que mostra que esses casos são muito mais frequentes. Além disso, os casos de violência contra a mulher que não são denunciados também são muito maiores nas favelas", afirmou.
O candidato acrescentou que moradores de áreas dominadas por facções criminosas muitas vezes deixam de denunciar crimes por medo de ameaças. Segundo Renan, o fortalecimento da presença do Estado e a melhoria da infraestrutura são medidas fundamentais para ampliar a segurança e a qualidade de vida da população dessas regiões.
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o líder argentino ainda completou dizendo, ''ele foi solto por uma falha administrativa no procedimento, não por ser inocente'', afirmou.
''Farei com que o Supremo se comporte. Aparentemente nomearei quatro nomes ao STF. Nomeações republicanas com um perfil aprovado não só pelo Senado, mas pela sociedade civil'' disse o candidato
O candidato a presidente afirmou que acabar com o benefício seria incompatível com a realidade enfrentada por muitas famílias brasileiras que dependem do programa.
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