Senador Romário e o vereador do Rio de Janeiro, Marcos Braz. Senador Romário e o vereador do Rio de Janeiro, Marcos Braz.
A Polícia Federal (PF) e o Ministério Público Federal (MPF) estão investigando o senador Romário (PL-RJ) e o vereador Marcos Braz (PL), vice-presidente do Flamengo, por suposto envolvimento em um esquema de desvio de verbas destinadas a projetos esportivos da Prefeitura do Rio de Janeiro. A informação foi divulgada pelo UOL.
Devido ao envolvimento de Romário, que possui foro privilegiado, o processo está sendo conduzido no Supremo Tribunal Federal (STF), sob a relatoria do ministro Nunes Marques. O inquérito, que está sob sigilo, foi instaurado no início de maio.
As investigações foram iniciadas após a colaboração premiada de um empresário carioca, preso em 2019 por suposto desvio de fundos de projetos sociais.
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Este empresário firmou um acordo de delação com a Procuradoria-Geral da República (PGR) e agora responde em liberdade.
Alega-se que o esquema de desvio envolvia políticos e empresários em parceria com ONGs esportivas, mas os detalhes permanecem confidenciais.
Em resposta às acusações, a assessoria do senador Romário afirmou que as alegações do empresário são infundadas e não correspondem à verdade.
Em setembro de 2023, Marco Braz, se envolveu em uma briga com um torcedor, cujo acusa o político de ter mordido sua virilha durante a confusão (assista o vídeo abaixo).
O caso aconteceu em um shopping na Zona Oeste do Rio de Janeiro.
Marco Braz estava em uma loja, acompanhado de sua filha, quando três torcedores do Flamengo, que se identificaram como integrantes de uma organizada, se dirigiram até o vice-presidente do clube, criticando a performance do clube nos últimos jogos e pediram a saída do então técnico Jorge Sampaoli, de Gabigol e do próprio Marcos Braz.
No vídeo, gravado por um dos torcedores, os homens chamam o dirigente até eles e começam a fazer várias reclamações sobre algumas situações que vêm acontecendo com o Flamengo, a exemplo da arrecadação do último jogo da equipe, que perdeu de 1x0 para o São Paulo em uma partida válida pela Copa do Brasil, no qual foi de mais de R$ 25 milhões.
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Segundo as autoridades, as pessoas envolvidas no crime utilizavam empresas para movimentar altos valores ilícitos, com a realização de operações financeiras de alto valor.
A suspeita surgiu após investigadores identificarem uma coincidência entre repasses feitos pelo "Careca do INSS" a uma empresa ligada a uma amiga do filho do presidente.
Esquema envolvia obtenção de provas, envio de respostas e intermediação de gabaritos. De acordo com a PF, o grupo teria atuado em diferentes seleções.
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