Michelle Bolsonaro Foto: Flickr/ PL Mulher
O perfil oficial do PL Mulher anunciou nesta quinta-feira, 9, uma reestruturação após a saída de Michelle Bolsonaro (PL) da presidência do braço feminino do partido mas afirmou que a ex-primeira-dama "não vai parar".
A conta informou que passará a ser administrada por uma nova equipe, sob outras orientações da direção nacional da legenda, e convidou os seguidores a acompanhar uma iniciativa política ligada a Michelle nas redes sociais.
No comunicado, o grupo que atuava com a ex-primeira-dama afirma que o encerramento dos trabalhos levou à "desestruturação do Gabinete da Presidência Nacional do PL Mulher" e que, a partir da próxima semana, o perfil oficial terá "metodologia e agenda próprias".
Ao mesmo tempo, integrantes da antiga equipe de Michelle sinalizaram que pretendem manter uma mobilização política em torno da ex-primeira-dama. O texto afirma que as "sementes" lançadas por ela à frente do PL Mulher despertaram mulheres e homens para a atuação política e que esse movimento "não pode mais ser parado". Em seguida, o texto apresenta o grupo "Imparáveis" e direciona os seguidores ao novo perfil "ImparaveisMB".
"Michelle não vai parar. Vocês não vão parar. O Brasil não vai parar", diz a publicação, feita em conjunto pelos dois perfis.
A movimentação ocorre após uma sequência de atritos que aprofundou a crise interna no bolsonarismo e antecedeu a saída de Michelle do comando do PL Mulher.
Os embates envolveram os enteados Flávio Bolsonaro, pré-candidato do PL à Presidência, e Eduardo Bolsonaro, além de aliados do deputado que passaram a dirigir críticas à ex-primeira-dama.
O estopim da crise pública veio após divergências sobre as negociações do PL para a disputa ao Senado no Ceará e levou Michelle a gravar um vídeo de quase 30 minutos em que respondeu aos ataques, expôs as fissuras no grupo e criticou a atuação de bolsonaristas radicados fora do País.
Estadão Conteúdo.
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Pelas regras atuais, cabe ao Senado Federal receber e conduzir processos contra os magistrados do Supremo Tribunal Federal.
Segundo o tribunal. As alterações foram necessárias principalmente em razão de interdições ou reformas nos prédios onde as seções funcionariam originalmente.
A orientação, porém, é evitar que a mobilização partidária seja levada para dentro das igrejas, especialmente durante cultos ou em espaços ligados diretamente à estrutura dos templos
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