Lula, Bolsonaro, Michelle e Tarcísio. Foto: Divulgação
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece em empate técnico com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em um possível segundo turno das eleições de 2026. A informação faz parte de um levantamento do instituto Paraná Pesquisas, divulgado nesta segunda-feira, 27 de outubro. O estudo também simulou cenários contra outros nomes da direita, como Michelle Bolsonaro, Tarcísio de Freitas e Flávio Bolsonaro.
Segundo o instituto, Lula registra 44,9% das intenções de voto, enquanto Bolsonaro soma 41,6%. A diferença está dentro da margem de erro de 2,2 pontos percentuais, o que configura empate técnico. Cerca de 7,7% dos entrevistados afirmaram que votariam em branco, nulo ou não escolheriam nenhum dos dois candidatos, enquanto 5,7% não souberam ou preferiram não opinar.
Em outro cenário, quando o nome da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro aparece na disputa, o resultado se repete. Lula tem 44,7% das intenções de voto, e Michelle alcança 41,6%. Nesse caso, 8,2% dos eleitores disseram que não votariam em nenhum dos dois, e 5,5% não souberam responder.
A pesquisa também mediu o desempenho do presidente em um eventual embate com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). O petista lidera com 44,9%, enquanto o governador aparece com 40,9%. Assim como nos outros cenários, os índices estão dentro da margem de erro. Nesse caso, 8% dos eleitores optariam por voto branco, nulo ou nenhum, e 6,2% não responderam.
O único cenário em que Lula aparece fora da margem de empate técnico é contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Nessa simulação, o petista atinge 46,7% das intenções de voto, enquanto o filho do ex-presidente registra 37%. Segundo o levantamento, 10,4% dos eleitores afirmaram que não escolheriam nenhum dos dois, e 5,8% não souberam responder.
O levantamento ouviu 2.020 eleitores de todas as regiões do país entre os dias 21 e 24 de outubro. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.
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Para o presidente estadual da sigla, Tecio Teles, a chegada reflete um movimento mais amplo dentro do estado.
"Com a promulgação desta lei, reafirmamos, o compromisso do nosso governo com a valorização dos profissionais da educação", disse Raquel Lyra.
Ao justificar a recusa, o órgão afirmou que a reunião dos dados poderia "sobrecarregar o órgão destinatário, desestabilizar suas operações e desorganizar suas funções".
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