Bolsonaro e Moraes no STF. Foto: Antônio Augusto / TSE
O Supremo Tribunal Federal (STF) já discute possíveis destinos de Jair Bolsonaro caso ele seja condenado por envolvimento na tentativa de golpe de Estado. A informação é do jornal Folha de S.Paulo.
A principal preocupação é evitar que o ex-presidente cumpra pena em instalações militares, o que poderia reacender protestos em frente a quartéis, como os registrados em Brasília após as eleições de 2022.
Diante disso, fontes ligadas ao STF revelaram que o ministro Alexandre de Moraes já estuda outras opções consideradas, duas se destacam: uma cela especial no Complexo Penitenciário da Papuda ou uma sala individual na Superintendência da Polícia Federal no Distrito Federal.
A PF, inclusive, já teria preparado um espaço reservado em sua sede, antecipando um possível pedido de prisão preventiva.
A movimentação ocorre em meio ao aumento da pressão sobre o ex-presidente.
Na última terça-feira (25), o ministro Alexandre de Moraes determinou que Bolsonaro seja monitorado em tempo integral pela Polícia Federal, enquanto cumpre prisão domiciliar em Brasília.
A medida tem como pano de fundo o julgamento da chamada “trama golpista”, que terá início na próxima semana na Primeira Turma do STF, envolvendo Bolsonaro e outros sete integrantes do núcleo principal do plano.
Moraes também citou, em sua decisão, a minuta de pedido de asilo político encontrada no celular do ex-presidente como um indicativo de possível tentativa de fuga, hipótese negada pela defesa.
A Procuradoria-Geral da República (PGR) apoiou o reforço na vigilância, defendendo o monitoramento em tempo real, mas com cautela para que não haja invasão de privacidade nem perturbação da vizinhança.
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O resultado foi confirmado durante a apuração da Justiça Eleitoral. Com 98,16% das urnas totalizadas, Raquel registrava 53,28% dos votos válidos, enquanto João Campos tinha 44,78%.
Os candidatos integraram a mesma aliança, a Frente Popular de Pernambuco. A estratégia garantiu a eleição de ambos, que se juntarão à senadora Teresa Leitão (PT) em Brasília.
Até às 20h51, 99,87% das urnas haviam sido totalizadas, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
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