Bolsonaro e Moraes no STF. Foto: Antônio Augusto / TSE
O Supremo Tribunal Federal (STF) já discute possíveis destinos de Jair Bolsonaro caso ele seja condenado por envolvimento na tentativa de golpe de Estado. A informação é do jornal Folha de S.Paulo.
A principal preocupação é evitar que o ex-presidente cumpra pena em instalações militares, o que poderia reacender protestos em frente a quartéis, como os registrados em Brasília após as eleições de 2022.
Diante disso, fontes ligadas ao STF revelaram que o ministro Alexandre de Moraes já estuda outras opções consideradas, duas se destacam: uma cela especial no Complexo Penitenciário da Papuda ou uma sala individual na Superintendência da Polícia Federal no Distrito Federal.
A PF, inclusive, já teria preparado um espaço reservado em sua sede, antecipando um possível pedido de prisão preventiva.
A movimentação ocorre em meio ao aumento da pressão sobre o ex-presidente.
Na última terça-feira (25), o ministro Alexandre de Moraes determinou que Bolsonaro seja monitorado em tempo integral pela Polícia Federal, enquanto cumpre prisão domiciliar em Brasília.
A medida tem como pano de fundo o julgamento da chamada “trama golpista”, que terá início na próxima semana na Primeira Turma do STF, envolvendo Bolsonaro e outros sete integrantes do núcleo principal do plano.
Moraes também citou, em sua decisão, a minuta de pedido de asilo político encontrada no celular do ex-presidente como um indicativo de possível tentativa de fuga, hipótese negada pela defesa.
A Procuradoria-Geral da República (PGR) apoiou o reforço na vigilância, defendendo o monitoramento em tempo real, mas com cautela para que não haja invasão de privacidade nem perturbação da vizinhança.
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Petista passa por um momento de pico de sua rejeição nos últimos meses. Em março de 2026, por exemplo, 56% diziam que não votariam nele de forma alguma.
Entre os entrevistados, 5% disseram estar indecisos, enquanto 11% afirmaram que votariam em branco, nulo ou não pretendem votar.
O presidente destacou que o aluno que quiser se preparar militarmente deve estudar a mesma coisa que todos os brasileiros estudam.
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