Presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Foto: Valter Campanato/Agência Brasil
O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), não participa da sessão de encerramento da 10ª Cúpula de Presidentes dos Parlamentos do G20 (P20) nesta sexta-feira, 8 de novembro, devido à morte de seu pai, Helio Cota Pacheco, que faleceu aos 81 anos, por causas naturais.
"O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, não participa da sessão de encerramento da 10ª Cúpula de Presidentes dos Parlamentos do G20 (P20), marcada para esta sexta-feira (8), em razão do falecimento de seu pai, o senhor Helio Cota Pacheco, ocorrido nesta madrugada, em Belo Horizonte", afirmou a assessoria de imprensa da presidência do Senado, em nota, nesta sexta.
A presença de Pacheco era esperada para o encerramento do evento na abertura da sessão, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), anunciou que o presidente do Senado não participaria mais, mas não deu detalhes sobre o motivo.
O evento antecede o G20 que ocorre no Rio de Janeiro no dias 18 e 19 de novembro deste ano. Os representantes das Casas Legislativas de 17 países estão em Brasília para o encerramento do P20.
Rodrigo Pacheco após a notícia da morte de seu pai, foi para Belo Horizonte, junto com sua família.
Segundo a Folha de Pernambuco, Hélio Cota Pacheco foi comerciante em Minas Gerais. Ele chegou a ter uma distribuidora de bebidas Ituiutaba, no Pontal do Triângulo Mineiro. Ele deixa seus dois filhos e três netos. Pacheco é o caçula, tendo um irmão mais velho. Sua mãe, a professora Marta Maria Soares, faleceu antes do parlamentar entrar para a política e se divorciou de Hélio Pacheco.
O senador nasceu em Porto Velho, capital de Rondônia, mas sua família viveu a maior parte de sua trajetória na cidade de Passos, na região de Varginha.
Com informações Estadão Conteúdo
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Desde a promulgação da Constituição de 1988, a data de posse ocorria sempre no dia 1º de janeiro.
Também foram instaurados 13 inquéritos policiais e lavrados 64 termos circunstanciados de ocorrência.
A nota da legenda aponta que o senador foi vitorioso no primeiro turno e acusa o presidente petista de ter ampliado gastos públicos para sair vitorioso na disputa.
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