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Lula reconduz Paulo Gonet para novo mandato de dois anos na PGR, antes de julgamento do Bolsonaro

O procurador-geral já ocupa o cargo desde o fim de 2023, agora precisará ser novamente submetido a uma sabatina no Senado para obter a aprovação.

Isabella Lopes

27 de agosto de 2025 às 14:55   - Atualizado às 14:56

Paulo Gonet e Lula.

Paulo Gonet e Lula. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou a recondução de Paulo Gonet à frente da Procuradoria-Geral da República (PGR). O aviso foi dado na manhã desta quarta-feira, 27 de agosto, à cúpula da PGR.

Gonet, que já ocupa o posto desde o fim de 2023, agora precisará ser novamente submetido a uma sabatina no Senado para obter a aprovação a um novo mandato de dois anos à frente do Ministério Público Federal.

O aviso da recondução do procurador-geral ao cargo ocorre na semana anterior ao início do julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) da ação sobre a tentativa de golpe do ex-presidente Jair Bolsonaro e seus aliados.

O mandato de Gonet só terminaria em dezembro. Com a antecipação da escolha, Lula sinaliza uma espécie de apoio ao trabalho do procurador-geral, que foi responsável por apresentar a denúncia contra Bolsonaro ao STF.

Jantar com Lula após sanções dos EUA 

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu na noite de quinta-feira, 31 de julho, ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e o procurador-geral da República, Paulo Gonet, no Palácio da Alvorada, para um jantar.

O encontro acontece um dia depois da decisão do governo americano de impor sanções ao ministro Alexandre de Moraes, por meio da Lei Magnitsky. Moraes era um dos convidados e, em imagens registradas pelo fotógrafo Wilton Júnior, do Estadão, aparece ao lado de Lula e Gonet no Palácio.

De acordo com a Agência Brasil, além deles, estiveram presentes no jantar o presidente da Corte, Luís Roberto Barroso, e os ministros Gilmar Mendes, Cristiano Zanin, Flávio Dino e Edson Fachin. Todos os 11 ministros do STF haviam sido convidados.

Os ministros Ricardo Lewandowski (Justiça e Segurança Pública) e Jorge Messias (Advocacia-Geral da União) também participaram do jantar.

Mais cedo, nesta quinta, a Coluna do Estadão já havia revelado que pelo menos um ministro deixaria de comparecer: André Mendonça, indicado por Bolsonaro para a Corte.

A expectativa nesta quinta era que, durante o encontro, Lula apresentasse a estratégia de reação do governo brasileiro à medida.

Na quarta-feira, 30, dia das sanções a Moraes e também do tarifaço dos Estados Unidos sobre o Brasil, Lula já havia se encontrado com Barroso, Gilmar Mendes e Cristiano Zanin.

Estadão Conteúdo

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