Lula da Fonte em união dos grupos. Foto: Divulgação
Em Água Preta, na Mata Sul de Pernambuco, uma união entre os grupos do prefeito Miruca e do ex-candidato ao cargo de gestor municipal, Tonhão, foi costurada, consolidando um cenário de cooperação. A articulação contou com o apoio do deputado federal e segundo-secretário da Câmara Federa, Lula da Fonte (PP-PE).
O deputado Lula da Fonte destacou a importância da parceria.
“Essa união representa o compromisso com o progresso de Água Preta. Por muito tempo, o povo da cidade foi penalizado por brigas políticas, mas hoje, temos a certeza que o povo quer paz. Essa união é histórica.”, afirmou o parlamentar.
O prefeito Miruca celebrou a união de Tonhão e também do vereador Nel da Laje, destacando o compromisso coletivo com o bem-estar da população.
“Fico muito feliz em ver a união do companheiro Tonhão com o vereador Nel com o nosso grupo. Todos trabalhando juntos pelo desenvolvimento e crescimento da nossa cidade. Água Preta só tem a ganhar”, afirmou.
A união entre os dois grupos políticos históricos da cidade é vista como um gesto de maturidade e visão de futuro, colocando os interesses da população acima das disputas individuais. Com isso, os esforços passam a ser concentrados em projetos estruturantes, melhorias nos serviços públicos e no fortalecimento da base política que apoia o atual governo.
Tanto Miruca quanto Tonhão, hoje fazem parte dos quadros do Partido Progressistas, fortalecendo a reeleição do deputado federal Lula da Fonte e a pré-candidatura de Eduardo da Fonte para o senado.
O deputado federal Lula da Fonte (PP-PE) e segundo-secretário da Câmara dos Deputados, enviou um pedido ao Ministério da Saúde em busca de informações sobre a distribuição do remédio Elevidys, usado no tratamento de crianças com Distrofia Muscular de Duchenne — uma doença rara e grave.
No ofício direcionado ao ministro Alexandre Padilha, o deputado federal Lula da Fonte quer entender por que, mesmo com decisões judiciais favoráveis, muitas crianças ainda não receberam o medicamento, que tem uso aprovado pela Anvisa para pacientes entre 4 e 7 anos.
“O que está em jogo é a vida de crianças. É inaceitável tanta burocracia diante de decisões da Justiça. Essas famílias merecem respostas”, afirmou o deputado.
Segundo relatos de familiares, o governo teria adquirido apenas 7 das 136 doses previstas.
“É fundamental que o Ministério da Saúde apresente informações objetivas sobre o processo de aquisição e distribuição do medicamento. A previsibilidade é essencial para garantir o cumprimento das decisões judiciais e a continuidade do tratamento dessas crianças”, disse Lula da Fonte.
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