Presidente Lula. Foto: Joédson Alves/Agência Brasil
O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, cobrou no domingo, 3 de julho, que o PT se empenhe em eleger a maioria dos senadores em 2026. Ele disse que é necessário avaliar se os nomes que querem se candidatar têm condições de ganhar.
"Os nossos senadores, nós temos quase todos em reeleição; eles a oposição bolsonarista, não, eles já têm 25 senadores. Se eles elegem 17, eles vão para 41, e vão fazer a maioria no Senado", disse o presidente, durante o 17º Encontro Nacional da sigla.
O ex-presidente da República Jair Bolsonaro (PL) vem destacando a importância de ganhar uma maioria no Senado. É a Casa Alta que pode aprovar, por exemplo, o impeachment de um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), como Alexandre de Moraes.
Lula disse que, no PT, é comum que os dirigentes imponham suas candidaturas ao partido, mesmo sem chance de vitória.
"É importante que o partido tenha a possibilidade de articular se o candidato é nosso ou se não é, se a gente vai fazer aliança ou não vai, quais são as possibilidades de ganhar", disse Lula.
O presidente acrescentou que, hoje, um deputado tem mais poder sozinho do que o próprio partido, pelo volume de emendas que recebe e a possibilidade de negociar com vereadores e prefeitos.
E cobrou a união do partido, dizendo que as tendências do PT muitas vezes são fruto de disputas pessoais, e não políticas.
Estadão Conteúdo
1
2
07:44, 01 Abr
24
°c
Fonte: OpenWeather
Para o presidente estadual da sigla, Tecio Teles, a chegada reflete um movimento mais amplo dentro do estado.
"Com a promulgação desta lei, reafirmamos, o compromisso do nosso governo com a valorização dos profissionais da educação", disse Raquel Lyra.
Ao justificar a recusa, o órgão afirmou que a reunião dos dados poderia "sobrecarregar o órgão destinatário, desestabilizar suas operações e desorganizar suas funções".
mais notícias
+