Presidente Lula. Foto: Reprodução
Aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) avaliam que o petista poderá ficar de fora do primeiro debate da campanha presidencial de 2026, previsto para o dia 16 de agosto. As informações são do blog de Tainá Falcão, da CNN Brasil.
De acordo com interlocutores do presidente ouvidos pelo blog, a avaliação é de que Lula, por liderar as pesquisas de intenção de voto e ser o único candidato do campo da esquerda no confronto, tende a concentrar os ataques dos adversários durante o encontro.
Entre os principais concorrentes estão nomes da direita, como Flávio Bolsonaro (PL), Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo) e Renan Santos (Missão), que devem participar do debate.
Apesar da análise feita por aliados, a campanha de Lula ainda não tomou uma decisão sobre a presença do presidente no evento. Segundo as fontes consultadas pelo blog, a participação em debates deverá ser definida individualmente, conforme o cenário político e o andamento da disputa eleitoral.
Outro fator considerado pela equipe do petista é que a data do primeiro debate coincide com o lançamento oficial da candidatura de Lula, programado para ocorrer no Estádio Primeiro de Maio, em São Bernardo do Campo (SP), cidade onde o presidente iniciou sua trajetória política.
Integrantes da base aliada do presidente Lula, avaliam que a decisão do governo dos Estados Unidos de impor novas tarifas sobre produtos brasileiros deverá ganhar espaço no debate eleitoral de 2026.
Nos bastidores do Palácio do Planalto, a expectativa é de que o tema seja utilizado pelo presidente como um dos principais argumentos políticos durante a campanha presidencial.
De acordo com aliados do petista, Lula deve manter o discurso de que a medida anunciada pela gestão do presidente norte-americano Donald Trump está relacionada à atuação política do grupo ligado ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Nesse contexto, a estratégia também inclui direcionar críticas ao pré-candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, apontando-o como corresponsável pelo cenário que resultou na adoção das tarifas pelos Estados Unidos.
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A norma reduziu a validade dos registros de dez para três anos, no caso de colecionadores, atiradores desportivos e caçadores, e para cinco anos, nas demais hipóteses.
Mesárias, mesários e fiscais de partido também são abrangidos pelas regras do Código Eleitoral.
A medida foi determinada depois que o TSE manteve o indeferimento do registro de candidatura de Anthony Garotinho.
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