Governadora Raquel Lyra e Ni do Badoque. (Foto: Janaína Pepeu)
Acompanhado da governadora e presidente estadual do PSD, Raquel Lyra, Ni do Badoque confirmou esta terça-feira, 21 de julho a sua pré-candidatura a deputado estadual pelo Partido.
"Chegou a hora de Ni ajudar ainda mais o nosso povo. Pernambuco chamou e ele atendeu a essa convocação do povo para nos representar na Assembleia Legislativa. Não tenho dúvidas de que ele é um guerreiro, e será um importante aliado nessa caminhada, vamos juntos!", destacou Raquel.
Ni do Badoque é um influenciador digital pernambucano, e chegou aos mais de 2 milhões de seguidores no Instagram por contar a sua história de superação. Ni também tem sido um forte fiscalizador e tem um posicionamento firme em prol dos interesses da população recifense.
"Se eu já estava mostrando a Pernambuco as verdades que eles tentam esconder, agora, ao lado dessa mulher, que está mudando o estado, vou fazer muito mais", afirmou o pré-candidato.
O influenciador digital Ni do Badoque usou as redes sociais, em janeiro deste ano, para criticar o então prefeito do Recife, João Campos (PSB), por causa da situação da pista de corrida do Parque do Caiara, localizado no bairro da Iputinga, na Zona Oeste do Recife.
A publicação ganhou repercussão entre moradores da região e reacendeu o debate sobre a conservação de espaços públicos voltados ao lazer e à prática de atividades físicas.
Na postagem, o influenciador chamou atenção para o contraste entre os investimentos anunciados ao longo dos anos e a realidade atual do parque.
Segundo ele, o espaço passou por promessas, reformas e reinaugurações, mas hoje apresenta sinais claros de desgaste e falta de manutenção adequada. A crítica teve como foco principal a pista de corrida, bastante utilizada por moradores da Iputinga e de bairros vizinhos.
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Deputado estadual do PT afirmou que a declaração reflete sua opinião pessoal, apesar de o partido apoiar João Campos ao Governo do Estado.
Governadora de Pernambuco foi mencionada por candidatos durante debates no Ceará e em São Paulo ao tratarem de programas sociais e educação.
As autoridades terão cinco dias para informar se as formações fazem parte do projeto político-pedagógico da unidade prisional.
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