Empresário Rodrigo Carvalheira. Empresário Rodrigo Carvalheira.
A Justiça pernambucana negou o pedido de Habeas Corpus para o relaxamento de prisão de Rodrigo Carvalheira, de 34 anos, acusado de crimes sexuais. A informação é exclusiva do Diário de Pernambuco.
A defesa do empresário confirmou a decisão neste domingo, 9 de junho, em entrevista ao Diario de Pernambuco e anunciou que pretende recorrer ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) ainda nesta semana.
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O advogado Wilibrando Albuquerque, que representa Carvalheira, informou que o pedido foi negado na sexta-feira (7). Atualmente, Carvalheira está detido no Centro de Observação Criminológica e Triagem Professor Everardo Luna (Cotel), em Abreu e Lima, na região metropolitana do Recife.
“A decisão saiu na sexta. Sim, vamos recorrer à Brasília. Por isso que estou por aqui (Brasília) pois caso fosse necessário entrar com recurso por aqui, o que de fato aconteceu, agora será feito”, destacou o advogado Wilibrando Albuquerque, que atua na capital federal.
Rodrigo Carvalheira foi preso pela segunda vez na quinta-feira (7), após solicitação do Ministério Público de Pernambuco (MPPE). A nova prisão foi motivada por uma ligação feita pelo empresário em dezembro de 2023 para o tio de uma suposta vítima.
A defesa do empresário busca reverter a decisão no STJ, argumentando que a prisão é indevida. Entretanto, a Justiça de Pernambuco manteve a detenção, reforçando a gravidade das acusações contra Carvalheira.
Da redação do Portal com informações do Diário de Pernambuco.
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O crime ocorreu na quarta-feira, 30 de setembro, na Avenida Professor Walter Thaumaturgo, conhecida como Avenida do Povo.
O advogado Marcelo Henrique Martins, registrado na seccional mineira da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), atua na defesa de um dos réus pelos ataques antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023.
Nesta semana, o ministro também suspendeu a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que barrou postagens que ligaram Flávio Bolsonaro a um projeto de lei para retirar de Nossa Senhora Aparecida
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