Homem armado é morto a tiros após invadir a casa de Donald Trump. Foto: Divulgação
Um homem armado morreu na madrugada deste domingo, 22 de fevereiro, após invadir a área de segurança de Mar-a-Lago, propriedade do presidente Donald Trump, na Flórida. O Serviço Secreto dos Estados Unidos confirmou que agentes atiraram contra o suspeito depois que ele entrou ilegalmente no perímetro do local.
As autoridades informaram que o episódio ocorreu por volta de 1h30 no horário local, o que corresponde a 3h30 no horário de Brasília. Trump estava em Washington no momento da ocorrência. A equipe de segurança não registrou feridos entre agentes ou outras pessoas que estavam na propriedade.
O porta-voz do Serviço Secreto, Anthony Guglielmi, divulgou a informação em publicação na rede social X. Ele afirmou que um homem armado entrou de forma irregular na área protegida de Mar-a-Lago e que os agentes reagiram à ameaça. A agência confirmou que os disparos atingiram o invasor.
Mar-a-Lago funciona como residência privada de Trump na Flórida e conta com esquema reforçado de segurança. O Serviço Secreto mantém proteção permanente ao presidente, inclusive em propriedades particulares. Agentes controlam o acesso ao perímetro e monitoram qualquer movimentação considerada suspeita.
As autoridades ainda não divulgaram detalhes sobre a identidade do homem nem informaram a motivação da invasão. A investigação segue sob responsabilidade das forças de segurança federais. O Serviço Secreto informou que apura todas as circunstâncias do caso.
O episódio ocorre dois meses após outra tentativa de ataque contra Trump. Na ocasião, durante um comício na Pensilvânia, o jovem Matthew Crooks, de 20 anos, efetuou disparos em direção ao então candidato republicano. Um dos tiros atingiu de raspão a orelha direita de Trump.
O atentado na Pensilvânia provocou a morte de um participante do comício. Agentes de segurança reagiram imediatamente e mataram o atirador no local. As autoridades não esclareceram a motivação do ataque.
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Em entrevista ao Portal de Prefeitura, Alessandro Sena afirmou que a gestão prioriza ações que considera paralelas, como melhorias na iluminação pública.
Os advogados pedem que as sessões ocorram, preferencialmente, ao final do dia, em horário próximo ao repouso noturno, respeitadas as regras de segurança.
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