O ministro da Fazenda atribui parte do rombo fiscal a compromissos assumidos antes do início da atual gestão.
10 de fevereiro de 2026 às 10:32 - Atualizado às 10:34
Haddad, Paulo Guedes e Bolsonaro. Foto 1: Marcelo Camargo/Agência Brasil Foto 2: Agência Brasil
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse nesta terça-feira, 10 de fevereiro, que o parte do déficit primário do governo já estava contratado pela administração anterior. Ele declarou entender o clamor da Faria Lima, mas disse ser um só para lidar com as pressões do cargo. Ele participa da CEO Conference Brasil 2026, organizada pelo BTG Pactual, em São Paulo.
"Gostaria de ter ido além. Agora, você tem que negociar com o Congresso, que tinha acabado de aprovar o aumento de despesas. O Fundeb foi contratado até este ano, a escadinha de capitalização do Fundeb, as regras de flexibilização de elegibilidade do BPC foram contratadas em 2021, então, como é que você equaciona tudo isso com o clamor, que eu entendo da Faria Lima, mas assim, como dizem os baianos, eu só sou um só", afirmou.
Haddad disse que o cargo é "um pouco desafiador", mas que não é o pior emprego do mundo.
"O pessoal fala que é o pior emprego do mundo e eu falo, eu recomendo para todo mundo se conseguir ser ministro da Fazenda, tentar, porque é muito interessante você conhecer o Brasil a partir daquela cadeira", completou.
Estadão Conteúdo
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O texto também prevê a divulgação periódica dos resultados de qualidade, bem como estabelece multas, que variam de R$ 5 mil a R$ 500 mil, para instituições que não cumprirem os requisitos.
A consulta já está disponível e pode ser feita por diferentes canais. A conferência antecipada é importante porque nem todas as seções funcionarão necessariamente no mesmo endereço utilizado em eleições anteriores.
Para as candidatas e os candidatos que disputam o primeiro turno das eleições gerais, a regra de proteção contra prisões começou anteriormente.
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