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Primeira-dama de Gravatá é processada no valor de quase R$ 70 MIL por não pagar danos em imóvel alugado

A propriedade em questão foi locada em março de 2021, apenas três meses após o prefeito assumir o cargo.

Gabriel Alves

22 de abril de 2024 às 13:43   - Atualizado às 14:14

Primeira-dama e prefeito de Gravatá.

Primeira-dama e prefeito de Gravatá. Primeira-dama e prefeito de Gravatá.

A primeira-dama de Gravatá em Pernambuco, Viviane Facundes da Silva, está sendo processada por não pagar dívida em imóvel na Cohab II. O processo tramita na 1ª Vara Cível da Comarca municipal. As informações foram obtidas com exclusividade pelo Blog do Magno.

De acordo com o documento adquirido pelo blog, o processo trata-se do ressarcimento de danos materiais de imóvel cumulado com indenização por danos morais movido pela proprietária contra a primeira-dama, que atualmente, exerce o cargo de Secretária Municipal de Obras e Serviços Públicos. Lucia Amorim, professora e fiadora de Viviane, também é ré no caso.

A propriedade em questão foi alugada em março de 2021, apenas três meses após o prefeito assumir o cargo. No final de março de 2023, o gestor e sua família deixaram o local, porém, sem cumprir as cláusulas do contrato, especialmente aquelas relacionadas à manutenção e conservação.

Durante uma inspeção subsequente, foram identificados danos materiais significativos na estrutura, sistema elétrico, sistema hidráulico e área de lazer, sendo esta última a mais afetada.

Após avaliações realizadas por profissionais especializados, foi estimado que os danos causados totalizam o valor de R$ 49.565,00. As advogadas representando a proprietária argumentam, no processo judicial, que houve negligência e deterioração por parte da primeira-dama, esposa do prefeito.

Além dos danos materiais, as advogadas também pleiteiam uma indenização por danos morais no valor de R$ 20.000,00, resultando em um montante total de quase R$ 70.000,00 para a ação judicial.

Em contrapartida, a primeira-dama afirma que deixou o imóvel do jeito que encontrou e que a proprietária está criando um fato político. Viviane disse que, desde quando alugou o imóvel, sempre que aparecia algum problema na casa para resolver, ligava para a proprietária para resolver tudo o que tinha que ser resolvido. No entanto, ela destaca que as coisas mudaram em 2023, quando a proprietária ofereceu a casa para vender e a primeira-dama não quis.

Da redação do Portal com informações do Blog do Magno.

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