Sistema Alto do Céu da Compesa Foto: Divulgação
A Compesa informa que iniciou nesta segunda-feira, 14 de outubro, a operação do Sistema Alto do Céu, de forma gradual e com uma redução de 150 litros de água por segundo como medida de segurança.
Diante da necessidade de realização de intervenções no local onde está instalado o standpipe (equipamento que integra a operação da adutora com a finalidade de regular as pressões das tubulações), o sistema irá funcionar com 700 litros de água por segundo e, com isso, será preciso implantar alteração no calendário de abastecimento das áreas atendidas pelo sistema, que será divulgado em breve no site www.compesa.com.br e aplicativo da Compesa.
Em paralelo, a Compesa está trabalhando no equipamento para garantir a operação da vazão normal de operação.Também será instalado um novo sistema de automação da unidade a fim de evitar extravasamentos futuros.
Áreas atendidas no Recife: Aflitos, Água Fria, Alto do Deodato, Alto do Pascoal, Alto José Bonifácio, Alto Santa Terezinha, Arruda, Beberibe, Bomba do Hemetério, Cajueiro, Campo Grande, Campina do Barreto, Encruzilhada, Espinheiro, Fundão, Hipódromo, Jaqueira, Linha do Tiro, Mangabeira, Parnamirim, Ponto de Parada, Porto da Madeira, Tamarineira e Torreão.
Áreas atendidas em Olinda: Peixinhos e São Benedito.
A empresa havia informado que foi necessário suspender o abastecimento de água de bairros atendidos pelo Sistema Alto do Céu no Recife e em Olinda, em decorrência do extravasamento do standpipe, equipamento que integra a operação da adutora com a finalidade de regular as pressões das tubulações no domingo.
A declaração do dirigente da estatal ocorreu durante seminário realizado pelo CREA-PE, no Recife, e veio acompanhada pela defesa por investimentos com o apoio da iniciativa privada para alcançar as metas de universalização do saneamento
O presidente da Compesa, Alex Campos, voltou a afirmar no dia 13 de agosto, que a empresa não será privatizada, durante o seminário "O Futuro do Saneamento de Pernambuco", promovido pelo Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Pernambuco (CREA-PE), no auditório da Fiepe, bairro de Santo Amaro, no Recife.
Segundo ele, a Compesa continuará sendo uma empresa forte, estatal, em defesa dos interesses dos pernambucanos, e que, para fazer frente aos desafios do Novo Marco do Saneamento, precisará mobilizar R$ 23,6 bilhões com o objetivo de universalizar os serviços de água e esgoto (99% e 90%, respectivamente, até 2033), conforme meta estabelecida pela nova legislação.
Para os próximos anos três anos, o plano de investimentos da Compesa já comporta recursos da ordem de R$ 3,5 bilhões destinados a investimentos em todo o estado.
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