Pernambuco, 01 de Abril de 2026

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Governo do Estado anuncia Guilherme Cavalcanti como novo presidente da Copergás

Ex-secretário estadual, substitui Bruno Costa, que estava à frente da empresa desde janeiro de 2025.

01 de abril de 2026 às 16:55   - Atualizado às 16:57

Guilherme Cavalcanti.

Guilherme Cavalcanti. Foto: Beto Dantas/Portal de Prefeitura.

O Governo de Pernambuco anuncia nesta quarta, 1º de abril, o novo diretor-presidente da Companhia Pernambucana de Gás (Copergás). Guilherme Cavalcanti, ex-secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, assume o comando da empresa, em um movimento que reforça o alinhamento da Companhia com as diretrizes estratégicas do Governo de Pernambuco e com o projeto de desenvolvimento econômico do Estado. Guilherme substitui Bruno Costa, que estava à frente da Copergás desde janeiro de 2025.

“Agradecemos a Bruno Costa, que esteve à frente da consolidação de importantes iniciativas da Companhia, como a chegada do gás natural ao Polo Gesseiro do Araripe e a inserção do biometano na matriz de suprimento. Já Guilherme levará toda a sua experiência para a Copergás, onde certamente continuará desempenhando um excelente trabalho”, declarou a governadora Raquel Lyra.

Currículo

Guilherme Cavalcanti possui ampla experiência na formulação e execução de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento econômico. Sua trajetória combina gestão pública, inovação e articulação com o setor produtivo, com atuação como presidente da Adepe, cofundador e presidente da ARIES e liderança no CESAR. Ele ainda possui formação executiva em instituições como FGV, IBGC, Banco Mundial e Harvard, consolidando experiência na estruturação de projetos estratégicos e no desenvolvimento econômico.

Saiba quais são os desafios e o futuro do mercado de gás natural no Brasil em 2026

Encontro Macaé Energy reúne líderes do setor para debater a concentração de mercado e a expansão da infraestrutura nacional.

O setor de gás natural no Brasil atravessa um momento estratégico para a segurança energética do país. Em março de dois mil e vinte e seis, o evento Macaé Energy reuniu as principais autoridades e executivos da indústria para discutir o andamento das novas regulamentações e a abertura do mercado. De acordo com o portal Click Petróleo e Gás, o debate central girou em torno da necessidade de aumentar a competitividade e reduzir a dependência de grandes players estatais para garantir preços mais acessíveis ao consumidor industrial e doméstico.

Veja Também

Desafios da concentração e o papel da Petrobras


A trajetória da abertura do mercado de gás ainda enfrenta barreiras estruturais significativas. Segundo líderes do setor presentes no evento, a concentração da infraestrutura de escoamento e processamento sob o controle de poucas empresas limita a entrada de novos produtores. Conforme destacado pela Rádio Itatiaia, o andamento das negociações para o compartilhamento de terminais de GNL (Gás Natural Liquefeito) e gasodutos é visto como o rumo necessário para diversificar a oferta e evitar gargalos no fornecimento durante picos de demanda em dois mil e vinte e seis.

Investimentos em infraestrutura e escoamento


A expansão da malha de gasodutos é o pilar fundamental para que o gás do pré-sal chegue ao interior do país. De acordo com especialistas da Agência Nacional do Petróleo (ANP), o andamento de novos projetos de gasodutos de transporte pode destravar bilhões de reais em investimentos estrangeiros. Segundo o portal G1, a modernização das unidades de tratamento de gás em Macaé e no Rio de Janeiro é essencial para absorver o volume crescente da produção marítima que será conectada ao Sistema Integrado de Escoamento (SIE) ao longo deste ano.

O rumo da reindustrialização e o mercado livre


O uso do gás natural como matéria-prima é visto como o motor da reindustrialização nacional em dois mil e vinte e seis. Conforme detalhado por representantes da Federação das Indústrias (FIESP), o andamento do "Mercado Livre de Gás" permite que grandes empresas negociem diretamente com os produtores, eliminando intermediários e reduzindo custos operacionais. Esse rumo tecnológico e comercial fortalece a trajetória do Brasil como um polo de competitividade na América Latina, atraindo indústrias que buscam alternativas energéticas estáveis.

Impacto regional e o cenário em Pernambuco


Apesar de o evento ter foco em Macaé, as decisões impactam diretamente outras regiões produtoras e consumidoras. De acordo com o Jornal do Commercio, o andamento das obras de ampliação do Gasoduto Sudeste-Nordeste (Gasene) é acompanhado de perto pelo Porto de Suape, em Pernambuco, que busca se consolidar como um hub de regaseificação. Conforme destacado por analistas locais, essa trajetória de integração nacional garante que o gás chegue com mais pressão e volume às indústrias do Nordeste, impulsionando a economia regional neste fechamento de trimestre.

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