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Gleisi compara prisão de Collor e Lula e diz que a diferença é que o petista "sempre foi inocente"

A ministra afirma que o presidente foi preso ilegalmente "por ordem de um ex-juiz parcial".

Jameson Ramos

26 de abril de 2025 às 13:57   - Atualizado às 13:57

Presidente Lula e a ministra Gleisi Hoffmann.

Presidente Lula e a ministra Gleisi Hoffmann. Foto: Reprodução

A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann (PT), comentou neste sábado, 26 de abril, por meio de suas redes sociais, sobre a prisão do ex-presidente Fernando Collor (PTB), no processo da Lava Jato - mesmo esquema que resultou na detenção do presidente Lula (PT).

Para Gleisi, existe uma diferença entre o processo que levou Collor à prisão e "a perseguição da Lava Jato ao presidente Lula". A petista destacou que o ex-presidente é culpado das acusações, enquanto o atual chefe do Executivo - segundo ela -, sempre foi inocente.

"Contra Collor o STF tem provas, recibos de propina, milhões na conta, carros de luxo, além dos testemunhos convergentes", escreveu Gleisi em suas redes sociais. 

No entanto, ela diz que Lula havia sido "preso ilegalmente por ordem de um ex-juiz parcial, que não encontrou 1 centavo de origem ilegal em suas contas e o condenou por 'atos indeterminados', numa armação política com os procuradores da Lava Jato que foi anulada no STF, confirmando sua inocência". 

“Justiça se faz a partir da verdade, jamais com manipulações oportunistas como as que fazem a turma do réu Bolsonaro e o seu parceiro Sergio Moro”, complementou Hoffmann.

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Ontem, o senador Sérgio Moro, que foi o juiz da operação e principal algoz de Lula na época, associou a prisão de Fernando Collor com os governos do PT.

"Prisão de Collor por corrupção na BR Distribuidora durante os Governos do PT. Fatos descobertos na Lava Jato. Quem vai entregar a BR Distribuidora para o Collor?", questionou Moro em publicação nas redes sociais.

Prisão 

Fernando Collor foi preso na sexta-feira, 25, após ser condenado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Em audiência de custódia, realizada após a prisão, Collor manifestou sua vontade de permanecer em Alagoas.

O ex-presidente começou a cumprir a pena de oito anos e 10 meses de reclusão em regime inicial fechado, no Presídio Baldomero Cavalcanti de Oliveira, na capital alagoana. Por ter ocupado o cargo de presidente da República, ele deverá permanecer na ala especial da unidade prisional.

Condenação

Collor foi condenado pelo STF em 2023, na Ação Penal (AP) 1025, por envolvimento em um esquema de corrupção na BR Distribuidora. Na quinta-feira (24), o relator, ministro Alexandre de Moraes, julgou incabível novo recurso apresentado pela defesa, ao reconhecer seu “caráter meramente protelatório”, e determinou o imediato início do cumprimento de pena.

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