Logo do SBT News e Flávio Bolsonaro em entrevista a Leo Dias. Fotos: Reprodução. Arte: Portal de Prefeitura
O senador Flávio Bolsonaro (PL), pré-candidato à Presidência da República, afirmou em entrevista ao jornalista Léo Dias que foi desconvidado do evento de lançamento do SBT News. Segundo ele, a decisão teria sido tomada pela emissora para evitar um possível constrangimento diante da presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o que, na avaliação do parlamentar, gerou uma situação desconfortável. (veja vídeo abaixo)
De acordo com Flávio, ele havia sido convidado inicialmente e se preparava para comparecer ao evento. Em entrevista ao Jornal dos Famosos, o senador relatou como foi informado da mudança.
“Eu tinha a previsão de ir nesse evento, não sabia quem ia. Para mim, estaria o presidente da República. Não tenho problema nenhum, até para manifestar como o SBT sempre abriu as portas para todo mundo”, declarou.
Flávio Bolsonaro afirmou que recebeu um contato da emissora explicando que sua presença poderia gerar repercussão negativa e desviar o foco do lançamento do novo canal de notícias.
“Eu estava convidado, preparado para ir, então recebi um contato explicando que podia causar um constrangimento. Não queriam que esse antagonismo entre Lula e Bolsonaro permanecesse na manchete no dia seguinte, pois era algo muito bacana que estavam fazendo. Então eu falei: ‘já entendi, não tem problema’. Na hora fiquei um pouco chateado”, afirmou.
O SBT voltou atrás e passou a exigir um pedido formal de desculpas de Zezé Di Camargo como condição para exibir o especial de Natal do cantor, previsto para ir ao ar na quarta-feira, 16 de dezembro.
A emissora já tinha compromissos comerciais firmados em torno da atração, mas decidiu rever a posição após avaliar que o sertanejo faltou com respeito à família Abravanel. A direção do canal entendeu que as declarações atingiram principalmente Patricia Abravanel e Daniela Abravanel Beyruti, atual presidente do SBT.
A informação foi divulgada pelo colunista Flávio Ricco, que relatou uma série de reuniões realizadas nos bastidores da emissora. Esses encontros reuniram executivos e integrantes do alto comando do SBT, que discutiram o impacto interno e externo das falas atribuídas ao artista.
A decisão final estabeleceu que o especial só poderá ser exibido se Zezé Di Camargo fizer uma retratação pública. A emissora não definiu prazo para que esse pedido de desculpas aconteça.
Internamente, dirigentes e funcionários avaliaram de forma negativa a maneira como o cantor se referiu às filhas de Silvio Santos. A avaliação dentro do SBT apontou um tom considerado misógino nas declarações, o que gerou desconforto entre colaboradores e executivos. A repercussão também alcançou o público, que reagiu de forma crítica ao episódio nas redes sociais e em espaços de discussão sobre televisão e entretenimento.
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Recém-empossado presidente estadual do Solidariedade, Edinazio comparou as negociações com o futebol, como a busca por "bons jogadores" (candidatos).
A base para os indiciamentos dessas autoridades é o caso do Banco Master, que tramita no Supremo. O relatório da CPI, de 221 páginas, ainda precisa ser aprovado pela comissão.
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