Filhas e viúvas de ex-ministros do STF recebem pensão vitalícia de mais de R$ 40 mil Foto: STF
As pensões pagas a viúvas e filhas solteiras de ex-ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) alcançaram o limite salarial do serviço público. Maria Ayla Vasconcelos e Maria Lúcia Rangel de Alckmin, por exemplo, são filhas de ex-ministros e recebem mensalmente R$ 46.366 cada.
Além delas, a lista de beneficiárias inclui Alda Gonjito Corrêa, viúva do ex-ministro Maurício Corrêa. Após o falecimento do marido, ela passou a receber uma pensão no valor de R$ 40,3 mil. Alda também é contemplada com um benefício adicional de R$ 6 mil, pago pelo Plano de Previdência dos Congressistas, referente ao período de mandato de Maurício Corrêa no Senado.
Outra beneficiária é Marcolina Albuquerque, viúva do ministro Xavier Albuquerque, que integrou o Supremo entre 1972 e 1983. Após sua morte, ela passou a receber uma pensão no valor de R$ 42 mil.
Maria Ayla, filha de Abner Carneiro, recebe atualmente R$ 46.366 mensais, mesmo o pai não tendo exercido o cargo de ministro do STF de forma titular. Ele atuou no extinto Tribunal Federal de Recursos entre 1947 e 1955.
Já Maria Lúcia Rangel, hoje com 81 anos, é filha de Rodrigues Alckmin, que foi ministro do STF por seis anos e faleceu em 1978. Ela é também sobrinha do atual vice-presidente da República, Geraldo Alckmin. Em 2017, Maria teve o benefício suspenso após o Tribunal de Contas da União (TCU) vetar o pagamento de pensões a filhas solteiras maiores de 21 anos com renda própria. No entanto, em 2018, a pensão foi restabelecida por decisão do ministro Edson Fachin.
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