Ministro Nunes Marques, do STF. Foto: Fellipe Sampaio/SCO/STF
Um ex-assessor de ministro do Supremo Tribunal Federal foi preso em Brasília pouco antes do feriado de Natal, suspeito de praticar stalking, violência psicológica e injúria contra a própria esposa, que atua como juíza federal. A prisão ocorreu na madrugada do dia 20 de dezembro, após a vítima acionar a polícia por medo do que poderia acontecer. As informações são da coluna Na Mira, do Metrópoles.
O investigado é Marcelo Pereira Pitella, de 53 anos, que à época ocupava um cargo em comissão no gabinete do ministro Nunes Marques, no STF. Policiais militares do Grupo Tático Operacional da Polícia Militar do Distrito Federal localizaram Marcelo logo depois de ele deixar um hotel na região central da capital federal. A abordagem aconteceu quando ele seguia em direção ao Lago Sul, área nobre de Brasília.
A juíza federal decidiu se hospedar em um hotel para se afastar do então marido, diante do receio de novas investidas. Mesmo assim, Marcelo conseguiu encontrá-la. A investigação aponta que ele instalou de forma clandestina um dispositivo de rastreamento no carro da vítima, o que permitiu acompanhar seus deslocamentos sem consentimento.
Ao perceber que havia sido localizada, a magistrada procurou ajuda das autoridades. A Polícia Civil e a PMDF se deslocaram até o hotel após o chamado. Pouco tempo depois, Marcelo deixou o local e acabou interceptado pelos policiais durante o trajeto. Ele foi conduzido a uma delegacia para prestar esclarecimentos.
A detenção aconteceu ainda na madrugada do dia 20 de dezembro. Marcelo permaneceu cerca de uma hora na unidade policial, onde foram adotados os procedimentos iniciais do caso. Em seguida, ele passou por audiência de custódia, quando a Justiça determinou a aplicação de monitoramento eletrônico como medida cautelar.
A tornozeleira eletrônica chegou a ser instalada e ficou ativa por um período. Atualmente, o equipamento está inativo, embora não haja detalhes públicos sobre as razões para a mudança na situação do monitoramento.
Dois dias após a prisão, em 22 de dezembro, Marcelo Pereira Pitella perdeu o cargo em comissão que ocupava no gabinete do ministro Nunes Marques. A exoneração ocorreu pouco depois do caso vir à tona. Apesar disso, ele não deixou o quadro do Supremo Tribunal Federal. Marcelo segue como servidor do STF, após redistribuição do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, onde tinha vínculo anterior.
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O levantamento considera solicitações já registradas no sistema da Casa e não inclui o pedido anunciado recentemente pelo Partido Novo.
Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
A psolista justificou, na terça (10), o voto favorável à CPI que vai investigar possíveis irregularidades no concurso público para Procurador-Geral do município.
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