Segundo o instituto, o levantamento entrevistou 2.026 eleitores de 154 municípios em 26 estados e no Distrito Federal, e possui nível de confiança de 95%.
Bolsonaro e Lula durante debate na TV Cultura Foto: Reprodução: TV Cultura
Uma pesquisa recente sobre a disputa presidencial de 2026, realizada a pedido da oposição, indica que Jair Bolsonaro (PL) está numericamente à frente do presidente Lula (PT). No entanto, considerando a margem de erro, eles estão tecnicamente empatados.
O levantamento, conduzido pelo Instituto Paraná Pesquisa de 14 a 18 de agosto, mostra que o ex-presidente, que está inelegível, obteve 37,4% das intenções de voto, enquanto o candidato do PT registrou 36,3%.
A margem de erro da pesquisa é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos. A amostra incluiu 2.026 eleitores de 154 municípios em 26 estados e no Distrito Federal, com um nível de confiança de 95%.
Em um estudo anterior do mesmo instituto, realizado em julho, também foi apontado um empate técnico entre Bolsonaro e Lula. Naquela pesquisa, Lula tinha uma vantagem numérica com 38,3%, contra 36,9% do ex-presidente.
Os pernambucanos consideram que o nome da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro é mais forte para enfrentar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições de 2026 do que o do governador do estado de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), revela a pesquisa Quaest. Os dados foram divulgados no fim de julho deste ano.
O nome de Michelle Bolsonaro é cotado para 2026 após o ex-presidente Bolsonaro ser julgado pelo TSE e ficar inelegível até 2030. Confira abaixo os possíveis nomes e suas porcentagens:
A Quaest entrevistou 702 eleitores em Pernambuco entre os dias 25 e 28 de julho. A margem de erro é de 3,7 pontos percentuais. O índice de confiança é de 95%.
3
4
13:03, 17 Abr
29
°c
Fonte: OpenWeather
Petista passa por um momento de pico de sua rejeição nos últimos meses. Em março de 2026, por exemplo, 56% diziam que não votariam nele de forma alguma.
Entre os entrevistados, 5% disseram estar indecisos, enquanto 11% afirmaram que votariam em branco, nulo ou não pretendem votar.
O levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos e ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 9 e 13 de abril. A margem de erro é de dois pontos percentuais.
mais notícias
+