Gilson Machado em sabatino no Diário de Pernambuco. Foto: Divulgação
O candidato à Prefeitura do Recife pelo Partido Liberal (PL), Gilson Machado, participou de uma sabatina promovida pelo Diário de Pernambuco nesta segunda-feira, 2 de setembro.
Durante o evento, Gilson respondeu a perguntas sobre temas cruciais para a cidade, como mobilidade urbana, a situação dos trabalhadores informais e a violência crescente na capital pernambucana.
Ao ser questionado sobre mobilidade, Gilson Machado reforçou sua proposta de remoção dos canteiros centrais das avenidas Domingos Ferreira e Antônio de Góes, além dos canteiros laterais da Avenida Agamenon Magalhães, como forma de melhorar o fluxo de veículos na cidade. Segundo ele, essas intervenções podem reduzir os congestionamentos e o tempo de deslocamento, trazendo mais eficiência para o trânsito do Recife.
“Precisamos de soluções inovadoras e eficazes que deem mais fluidez ao trânsito e melhorem a qualidade de vida dos recifenses”, afirmou.
No tema dos trabalhadores informais, o candidato prometeu criar políticas públicas que ofereçam mais suporte e segurança a essa parcela significativa da população.
Ao falar sobre violência, Gilson fez críticas severas à atual gestão do PSB, que está no comando da prefeitura do Recife há 12 anos. Segundo ele, a administração municipal falhou em garantir segurança para os cidadãos, especialmente nas áreas mais vulneráveis da cidade.
“A insegurança está em todos os cantos do Recife. A população está refém da violência e precisa de ações concretas para se sentir segura novamente”, declarou.
Durante a sabatina, Gilson reiterou a necessidade de mudança na gestão da cidade, argumentando que o PSB teve tempo suficiente para implementar melhorias, mas que pouco foi feito para resolver problemas antigos e urgentes da população. "É hora de virar essa página e oferecer uma nova perspectiva para o Recife”, concluiu.
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Petista passa por um momento de pico de sua rejeição nos últimos meses. Em março de 2026, por exemplo, 56% diziam que não votariam nele de forma alguma.
Entre os entrevistados, 5% disseram estar indecisos, enquanto 11% afirmaram que votariam em branco, nulo ou não pretendem votar.
O levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos e ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 9 e 13 de abril. A margem de erro é de dois pontos percentuais.
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