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Deputados pernambucanos que são contra reforma mas adeptos a aposentadoria especial

07 de maio de 2019 às 16:29

Pernambuco é representado por 25 deputados federais, nove são contrários a reforma da Previdência Social, proposta pelo governo Bolsonaro e que tramita no Congresso Nacional. O projeto acaba com a aposentadoria especial para deputados federais, senadores, deputados estaduais e vereadores. Entre os deputados federais pernambucanos que são contra a reforma, cinco optaram pelo privilégio da aposentadoria especial. São eles: Carlos Veras (PT), Gonzaga Patriota (PSB), Marília Arraes (PT), Túlio Gadelha (PDT) e Wolney Queiroz (PDT). Os deputados que são contrários à proposta divergem de sua própria justificativa, de que ela prejudicará os mais pobres, enquanto mantém seus privilégios custeados por esta mesma camada menos favorecida da população. Caso aprovado o texto precisa sem alterações, os políticos da próxima legislatura passarão a seguir as mesmas regras dos trabalhadores do setor privado, cujo teto de aposentadoria do INSS, é de R$ 5.839,45. Com isso, mesmo que o deputado consiga ser reeleito várias vezes e completar 35 anos de Congresso, o teto não passará do valor de R$ 5.839,45.A opção de Plano de Seguridade Social dos Congressistas (PSSC), para quem escolhe o privilégio é necessário contribuir mensalmente com R$ 3.713,93. O valor corresponde a 11% do salário dos parlamentares, que é de R$ 33.763,00. Caso a reforma da Previdência seja aprovada, a alíquota de contribuição dos parlamentares aumentaria para 16,79%, e o valor mensal subiria para R$ 5.668,80. A cada ano de contribuição, o deputado tem direito a 1/35 (um trinta e cinco avos) do salário total. Se ele passar 35 anos de Congresso contribuindo para o PSSC, quando se aposentar vai receber mensalmente os R$ 33.763,00.A adesão é opcional, caso o parlamentar abra mão do privilégio e não ingresse no plano, ele passa a contribuir para o INSS ou para um regime próprio de previdência caso seja servidor público ocupante de cargo efetivo.Em fevereiro de 2019 o custo desse sistema foi de R$ 7,18 milhões, constando 499 beneficiários desse regime. O rendimento médio mensal deles é R$ 14,4 mil, enquanto a média paga em todo o país aos trabalhadores comuns, aposentados pelo INSS, é R$ 1.316,54.Segundo informações da Gazeta do Povo, obtidas a partir da Lei de Acesso à Informação mostram que, ao menos até o dia 26 de abril de 2019, havia 198 deputados federais da atual legislatura que não abriram mão deste privilégio.

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