A Polícia Federal incluiu o parlamentar como um dos investigados da Operação Igapó, que apura a atuação de uma organização criminosa com foco no desvio de recursos públicos.
Alvo de operação da PF, deputado Antônio Doido atira celulares pela janela para evitar apreensão Foto: Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados / Reprodução
Agentes da Polícia Federal encontraram o celular do deputado federal Antônio Doido (MDB-PA) na área externa do prédio onde ele mora em Brasília durante uma operação realizada na manhã desta terça-feira, 16 de dezembro.
A ação integra a Operação Igapó, que investiga um suposto esquema de corrupção envolvendo agentes públicos e privados. Segundo fontes ouvidas pela investigação, o aparelho teria sido jogado pela janela em uma tentativa de evitar a apreensão do material.
A equipe da Polícia Federal cumpriu mandados de busca e apreensão no apartamento funcional do parlamentar. O endereço fica em um dos prédios destinados a deputados federais na capital federal. Os agentes realizaram buscas no interior do imóvel e também no entorno do prédio, onde localizaram o celular atribuído ao deputado.
A Polícia Federal incluiu Antônio Doido como um dos investigados da Operação Igapó, que apura a atuação de uma organização criminosa com foco no desvio de recursos públicos.
De acordo com a corporação, o grupo teria usado fraudes em processos de licitação para direcionar contratos e acessar verbas públicas de forma irregular. Após o desvio, os envolvidos teriam utilizado os valores para o pagamento de vantagens indevidas e para ocultar patrimônio.
A investigação aponta que o esquema envolve diferentes níveis de atuação, com participação tanto de agentes públicos quanto de pessoas ligadas ao setor privado. A Polícia Federal afirma que o grupo teria operado de forma estruturada, com divisão de tarefas e estratégias para dificultar o rastreamento do dinheiro desviado.
Entre os crimes investigados estão corrupção eleitoral, corrupção ativa, corrupção passiva, crimes relacionados a licitações, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Esses delitos fazem parte do conjunto de suspeitas analisadas pelos investigadores a partir de documentos, movimentações financeiras e outros elementos reunidos ao longo da apuração.
A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (16/12), a Operação Igapó, com o objetivo de apurar a prática de crimes de corrupção exercidos por uma organização criminosa composta por agentes públicos e privados.
Os investigados teriam o objetivo de desviar verbas públicas por meio de fraudes em processos de licitação, com posterior utilização dos valores desviados no pagamento de vantagens indevidas e ocultação de patrimônio.
Policiais federais cumprem 31 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal, no estado do Pará e no Distrito Federal.
Estão sendo apurados os delitos de corrupção eleitoral, corrupção ativa e passiva, crimes licitatórios, lavagem de dinheiro e organização criminosa.
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