Deputado André Ferreira. Foto: Portal de Prefeitura
O deputado federal André Ferreira participou esta semana da solenidade de assinatura de ‘ordem de serviço’, feita pela governadora Raquel Lyra, do PSD, para a reforma de três importantes equipamentos públicos em Jaboatão dos Guararapes: dois mercados públicos, o de Cavaleiro e o das Mangueiras, além do Pátio da Feira de Jaboatão Centro.
Segundo dados do governo do estado, o investimento nas obras será de 5 milhões e 800 mil reais.
No local do evento o deputado concedeu entrevista exclusiva ao Blog do Alberes Xavier e a Rede Pernambuco de Rádios e falou sobre o seu futuro político.
O deputado já tem o nome especulado para a eleição municipal de 2028, sendo posto como pré-candidato a prefeito de Jaboatão.
“Chegamos aqui em 2016, com a eleição de Anderson para a prefeitura, seguimos com Mano Medeiros e continuamos fazendo os avanços que a cidade tanto precisa e esperou por tanto tempo. Vamos pensar primeiro em 26, e daí sim pensar em 2028, pois o melhor ainda há de vir”, falou.
Para finalizar, ele fez um prognóstico do desempenho do PL na eleição estadual do próximo ano no estado.
“O PL é o partido que mais cresceu na última eleição estadual, em 2022. Para o próximo ano a expectativa e o planejamento é de que seguiremos nesse mesmo ritmos, avançando ainda mais. Nossa meta é eleger de 7 a 8 deputados estaduais e de 5 a 6 deputados federais”.
Pelos próximos dois anos, o deputado André Ferreira (PL-PE) será o presidente da Comissão Especial de Documentos Sigilosos da Câmara dos Deputados. Criada em 1993, a comissão conta com três deputados e é responsável pela classificação e gestão de documentos sigilosos na Câmara.
Ao assumir o cargo, o deputado prometeu exercer a função com seriedade e transparência, sempre de acordo com o que define a legislação sobre o tema.
“O cidadão pode esperar que vamos trabalhar com muita transparência, com muita seriedade, para que esses documentos sejam bem guardados para o bem da Nação.”
Atualmente, a principal norma que regulamenta a classificação de documentos como sigilosos no Brasil é a Lei de Acesso à Informação, de 2011.
Pela legislação, podem ser classificados como sigilosos documentos e informações que coloquem em risco a segurança do Estado ou da população. Nesse caso, os dados podem ser classificados como ultrassecretos, secretos ou reservados. No caso de informação ultrassecreta, o prazo de sigilo é de 25 anos. Se a classificação for como secreta, o prazo de classificação é de 15 anos; e como reservada, de 5 anos.
A lei determina ainda que informações que possam colocar em risco a segurança do presidente e do vice-presidente da República serão classificadas como reservadas e ficarão sob sigilo até o término do mandato. A regra vale também para os filhos e cônjuges dos mandatários.
É proibido decretar sigilo sobre informação necessária para que cidadãos possam recorrer aos tribunais ou à esfera administrativa em relação a direitos fundamentais, assim como de dados relativos a violações de direitos humanos.
No que se refere a informações pessoais, relativas à intimidade, vida privada, honra e imagem, a regra geral é sigilo de 100 anos.
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Candidato do PT chegou ao local de votação acompanhado da primeira-dama Janja, do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), e dos ex-ministros Marina Silva, Simone Tebet e Fernando Haddad.
Candidato do PL chegou para votar ao lado da esposa Fernanda Bolsonaro, na Escola Municipal Barão Homem de Melo, em Vila Isabel, na zona norte do Rio de Janeiro.
A eleição de 2026 foi marcada por uma série de medidas judiciais contra informações falsas, especialmente publicações nas redes sociais.
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