Pastor Cleiton Collins é homenageado. Foto: Divulgação.
O deputado estadual Pastor Cleiton Collins (PP) recebeu, na segunda-feira, 11 de maio, uma homenagem do Hospital de Câncer de Pernambuco, durante cerimônia de descerramento de placa realizada na unidade de saúde, no Recife.
O reconhecimento aconteceu pela atuação do parlamentar em defesa da saúde e pelo envio de emendas ao hospital há mais de 20 anos. Ao lado do deputado federal Eduardo da Fonte, Pastor Cleiton destacou a importância da união da bancada em favor dos hospitais filantrópicos de Pernambuco.
“Tem sido uma meta nossa incentivar os parlamentares a auxiliarem os hospitais. A saúde é algo sério; ninguém brinca com isso. Sempre estivemos ao lado do Hospital de Câncer, do IMIP e de outras unidades importantes para a população pernambucana”, afirmou Cleiton Collins.
Durante o evento, o superintendente geral do Hospital de Câncer de Pernambuco, Sidney Batista Neves, agradeceu ao parlamentar e aos demais políticos que contribuem com a manutenção da unidade.
“As emendas fazem a diferença no funcionamento do hospital. Agradecemos ao Pastor Cleiton Collins e aos demais parlamentares que abraçaram essa iniciativa”, declarou.
A solenidade contou ainda com a presença da missionária Missionária Michele Collins e do vereador do Recife, Alef Collins (PP).
O deputado estadual Pastor Cleiton Collins (PP), em entrevista ao Blog Ponto de Vista, na manhã desta quinta-feira, 5 de fevereiro, defendeu seu projeto de lei que limita os cachês pagos com verbas públicas por governos estaduais e prefeituras.
A proposta estabelece um teto de cerca de 300 salários mínimos por apresentação, com duração máxima de uma hora.
Segundo Collins, a iniciativa busca conter gastos considerados excessivos em eventos financiados com recursos públicos.
O parlamentar afirmou que já alertou a AMUPE sobre o tema e destacou que o presidente da entidade se manifestou recentemente. Ele também convocou os prefeitos para uma audiência pública na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), com o objetivo de fortalecer o debate e ampliar o apoio ao projeto.
O deputado criticou o pagamento de valores milionários por municípios que enfrentam dificuldades financeiras.
“É inadmissível ver prefeituras sem recursos para comprar remédios, melhorar o salário dos professores e atender outras necessidades básicas, enquanto pagam cachês milionários”, afirmou.
Como exemplo, Collins citou o cantor Gusttavo Lima, cujo cachê, segundo publicações recentes na imprensa, pode chegar a R$ 1,5 milhão. Para o parlamentar, esse tipo de gasto não se justifica quando financiado com dinheiro público.
O deputado ressaltou ainda que o valor máximo proposto, equivalente a 300 salários mínimos, representa cerca de 27 anos de trabalho de um cidadão que recebe o piso nacional.
“É muito injusto que um trabalhador precise de quase três décadas para ganhar o que um artista recebe em uma hora de apresentação. Isso reflete a desigualdade do país”, declarou.
Collins também informou que prefeitos de outros estados, como da Bahia, já discutem medidas para conter os altos cachês. Segundo ele, sem um “freio de arrumação”, muitas prefeituras podem, no futuro, não conseguir realizar festas tradicionais, como o São João, devido aos custos elevados.
Por fim, o parlamentar reforçou que o projeto busca equilibrar o investimento em cultura com as prioridades sociais. “Precisamos melhorar escolas, postos de saúde, garantir remédios e médicos. O teto é o mínimo que o Brasil pode fazer para ajudar estados e municípios”, concluiu.
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A proposta estabelece as prioridades e metas fiscais de curto prazo alinhadas à capacidade financeira do Estado e às demandas da população.
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