Escorpiões vistos no Congresso Nacional. Foto: Reprodução
Servidores do Senado e da Câmara dos Deputados relataram a presença de escorpiões nas Casas legislativas. Os funcionários afirmam que a presença desses bichos já era comum nas dependências do Congresso, mas ultimamente a situação teria piorado.
Vídeos e fotos que circulam nas redes sociais mostram os escorpiões circulando, oferecendo risco aos servidores que podem ser picados, fato que aconteceu com um dos funcionários.
Sob sigilo de fonte, um servidor relatou ao R7 que chegou a ser picado no braço pelo animal, que teria caído do teto do subsolo do Anexo 4. O fato, segundo ele, teria acontecido há seis meses.
“Era manhã, umas 11h30. Eu estava no computador e senti algo no braço direito. Quando olhei, vi um pequeno escorpião no meu ombro direito. Eu o joguei no chão e matei. Mas comecei a sentir dor no braço”, relatou
O servidor ressaltou que chegou a ir ao departamento médico da Câmara dos Deputados e, no local, o médico confirmou que ele foi picado por um escorpião pequeno.
“Informei ao meu chefe, ao departamento médico, e como eles me instruíram, fiz o relato de acidente de trabalho”, pontuou.
Já no Senado, os escorpiões foram vistos em alguns gabinetes da ala Nilo Coelho, localizada no Anexo 2.
“Não há locais ou focos específicos, os registros são isolados e não há presença de ninhadas. Esses animais tendem a aparecer em períodos quentes e úmidos, como resultado de sua característica biológica”, informou o Senado ao R7.
A Casa Alta disse ainda que está adotando medidas para controle dos escorpiões, indicadas pelas autoridades sanitárias.
“Como parte das medidas de controle à proliferação dos animais, o Senado promove ações envolvendo o corpo funcional com a disseminação das orientações do Ministério da Saúde e, periodicamente, são divulgadas cartilhas informativas como a gerada pela campanha Senado Seguro”, pontuou.
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O parlamentar relembrou a polêmica envolvendo o certame para procurador, conhecida como caso do "fura-fila".
O levantamento considera solicitações já registradas no sistema da Casa e não inclui o pedido anunciado recentemente pelo Partido Novo.
Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
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